{"id":16568,"date":"2026-04-01T10:00:31","date_gmt":"2026-04-01T10:00:31","guid":{"rendered":"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/?page_id=16568"},"modified":"2026-04-01T10:17:40","modified_gmt":"2026-04-01T10:17:40","slug":"casa-joao-de-melo-livro-do-mes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/casa-joao-de-melo\/casa-joao-de-melo-livro-do-mes\/","title":{"rendered":"Casa Jo\u00e3o de Melo &#8211; Livro do M\u00eas"},"content":{"rendered":"<script>fsg_json['fsg_post_16568'] = [\n{id: 16639, image: 'http:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/09\/livro_do_mes_set2022.jpeg', extlink: '', thumb: 'https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/09\/livro_do_mes_set2022-278x300.jpeg', permalink: '<div class=\"galleria-layeritem\"><a title=\"Permalink\" href=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/casa-joao-de-melo\/casa-joao-de-melo-livro-do-mes\/#16639\"><div class=\"galleria-link-bookmark\"><\/div><\/a><\/div>', layer: '<div class=\"galleria-infolayer\"><div class=\"galleria-layeritem\" style=\"padding-right: 20px;\"><h1>Livro do mes SET2022<\/h1><\/div><div class=\"galleria-layeritem\"><a title=\"Permalink\" href=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/casa-joao-de-melo\/casa-joao-de-melo-livro-do-mes\/#16639\"><div class=\"galleria-link-bookmark\"><\/div><\/a><\/div><div class=\"galleria-layeritem\" style=\"padding-right: 20px;\"><\/div>'}\n];<\/script>\n<p><strong>Abril\/2026<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"A\u00e7ores no Mundo\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/04\/acores-no-mundo.jpg\" alt=\"A\u00e7ores no Mundo\" width=\"260\" height=\"253\" class=\" wp-image-16866\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/04\/acores-no-mundo.jpg 761w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/04\/acores-no-mundo-527x512.jpg 527w\" sizes=\"auto, (max-width: 260px) 100vw, 260px\" \/><\/p>\n<p><strong>\u00abA\u00e7ores no Mundo\u00bb<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Andrade<\/strong><\/p>\n<p><strong>Letras Lavadas<\/strong><\/p>\n<p><em>A presente obra apresenta tr\u00eas m\u00e9ritos inquestion\u00e1veis.<\/em><\/p>\n<p><em>O primeiro \u00e9 ajudar a conhecer melhor a projec\u00e7\u00e3o no mundo desse verdadeiro para\u00edso terreno que s\u00e3o os A\u00e7ores.<\/em><\/p>\n<p><em>O segundo \u00e9 homenagear a saga dos A\u00e7orianos por todo o mundo, embaixadores not\u00e1veis que s\u00e3o da sua terra amada e de Portugal.<\/em><\/p>\n<p><em>O terceiro \u00e9 a pr\u00f3pria personalidade do autor, reconhecida, pelos mais variados quadrantes a\u00e7orianos, como um homem probo, dedicado \u00e0 causa p\u00fablica, servidor dedicado do interesse colectivo.<\/em><\/p>\n<p><em>Por tudo isso, bem-haja Jos\u00e9 Andrade e auspicioso seja o 90\u00ba anivers\u00e1rio da primeira Casa dos A\u00e7ores em Lisboa, e primeira de muitas outras, que honram os A\u00e7ores e enobrecem a nossa P\u00e1tria Comum.<\/em>\u201d<\/p>\n<p>Lisboa, Mar\u00e7o de 2017,\u00a0<em>in<\/em>\u00a0pref\u00e1cio por Marcelo Rebelo de Sousa<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>In: https:\/\/www.letraslavadas.pt\/acores-no-mundo\/<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Mar\u00e7o\/2026<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00abA\u00e7ores: O Poema da Luz\u00bb<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00abAzores: The Poem of Light\u00bb<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e9rgio \u00c1vila e Sid\u00f3nio Bettencourt<\/p>\n<p>Letras Lavadas<\/p>\n<p>Sinopse: \u201c<em>O mundo que cabe dentro de n\u00f3s e perpassa nas linhas do azul infinito; o mundo de Paulo e Vasco da Gama, o mundo dos irm\u00e3os Jo\u00e3o e Miguel Corte Real, ou do menino Pessoa, pelas m\u00e3os de sua m\u00e3e Madalena. A cidade a meus p\u00e9s agitada e sonolenta. No seu colorido de varanda senhorial, apala\u00e7ada, sobranceira \u00e0 grande ba\u00eda outrora visitada pelas grandes naus das \u00cdndias que lhe deram proje\u00e7\u00e3o e reconhecimento internacional. Aqui, neste lugar, onde o pitoresco, tradicional e festeiro, se cruza com as novas ondas da modernidade, h\u00e1 todos os sinais da globaliza\u00e7\u00e3o, da geopol\u00edtica mundial, de um Tempo decidido por outros, no mapa de todos os desencontros. Entre o Imp\u00e9rio do Esp\u00edrito Santo, a marcha de S\u00e3o Jo\u00e3o, a dan\u00e7a de Carnaval, uma vaca numa casa do Ramo Grande, uma cantiga ao desafio, uma alcatra que cheira longe, uma afinada filarm\u00f3nica, a base militar e o porto oce\u00e2nico, o ilh\u00e9u das cabras, a janela antiga entreaberta, a velha que espreita o seu telhado despido, as cancelas da terra, as cancelas do mar, as \u00e1rvores de p\u00e9 morrendo de afagos nevoeiros, as paredes alinhadas de pedras amadas por um homem, h\u00e1 o divino povo.<\/em>\u201d<\/p>\n<p><em>In: https:\/\/www.letraslavadas.pt\/acores-o-poema-da-luz\/ <\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Livro do m\u00eas MAR 2026\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/03\/livro-do-mes-mar-2026-1701x1080.jpg\" alt=\"Livro do m\u00eas MAR 2026\" width=\"271\" height=\"172\" class=\" wp-image-16863\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fevereiro\/2026<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"gente feliz com lagrimas\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/02\/gente-feliz-com-lagrimas.jpg\" alt=\"gente feliz com lagrimas\" width=\"241\" height=\"377\" class=\" wp-image-16861\" \/><\/p>\n<p><strong>\u00abGente feliz com l\u00e1grimas\u00bb <\/strong><\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o de Melo<\/strong><\/p>\n<p>Publica\u00e7\u00f5es Dom Quixote<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em fevereiro, a Casa Jo\u00e3o de Melo destaca o livro \u00ab<em>Gente feliz com l\u00e1grimas<\/em>\u00bb, do escritor nordestense Jo\u00e3o de Melo, a obra mais premiada da sua carreira e uma das mais reconhecidas da literatura portuguesa contempor\u00e2nea. Neste m\u00eas em que o autor celebra o seu anivers\u00e1rio, prestamos homenagem \u00e0 sua escrita intensa e profundamente humana, que marca, comove e permanece na mem\u00f3ria dos leitores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sinopse: \u201c<em>Romance de uma fam\u00edlia que se desfaz e refaz pelas paragens onde a levam os bons e maus aug\u00farios que motivam a sua dispers\u00e3o, Gente Feliz com L\u00e1grimas \u00e9 uma saga que irresistivelmente arrasta o leitor ao longo de cinco mundos, vividos e pensados atrav\u00e9s da obsessiva busca da felicidade que move os seus protagonistas. Concebida polifonicamente como a descri\u00e7\u00e3o dos v\u00e1rios modos de viver a amargura que medeia entre o abandono da terra e o retorno ao dom\u00ednio do que \u00e9 familiar, esta peregrina\u00e7\u00e3o poss\u00edvel em tempos de escassez de aventura \u00e9 a definitiva li\u00e7\u00e3o de que o regresso se n\u00e3o limita a perfazer o c\u00edrculo e constitui uma vis\u00e3o fascinante do Portugal que todos, de uma maneira ou de outra, conhecemos. Gente Feliz com L\u00e1grimas, o romance de Jo\u00e3o de Melo distinguido com cinco importantes pr\u00e9mios liter\u00e1rios, foi adaptado a televis\u00e3o para a RTP, numa s\u00e9rie de cinco epis\u00f3dios dirigida por Jos\u00e9 Medeiros, e ao teatro por Jo\u00e3o Brites para o grupo &#8220;O Bando&#8221;.<\/em>\u201d<\/p>\n<p><em>In: https:\/\/www.leyaonline.com\/pt\/livros\/romance\/gente-feliz-com-lagrimas-2\/<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Janeiro\/2026<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Casa Jo\u00e3o de Melo - Livro do M\u00eas\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/01\/img_20241204_124739.jpg\" alt=\"Casa Jo\u00e3o de Melo - Livro do M\u00eas\" width=\"254\" height=\"365\" class=\" wp-image-16859\" \/><\/p>\n<p><strong>\u00abCancioneiro Geral dos A\u00e7ores\u00bb <\/strong>(2.\u00ba Volume)<\/p>\n<p>Armando Cortes-Rodrigues<\/p>\n<p>Direc\u00e7\u00e3o Regional dos Assuntos Culturais, 1982<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No m\u00eas de janeiro, marcado pelas tradi\u00e7\u00f5es musicais que assinalam o in\u00edcio de cada ano, a m\u00fasica popular adquire um significado especial como gesto de partilha, de preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria coletiva e de fortalecimento da conviv\u00eancia comunit\u00e1ria. Neste esp\u00edrito, convidamos \u00e0 leitura do \u00ab<em>Cancioneiro Geral dos A\u00e7ores<\/em>\u00bb (volume 2), de Armando Cortes-Rodrigues, uma obra fundamental para a compreens\u00e3o do papel do canto na vida comunit\u00e1ria a\u00e7oriana, enquanto express\u00e3o da identidade cultural, da mem\u00f3ria oral e da riqueza po\u00e9tica transmitida de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel para leitura na biblioteca da Casa Jo\u00e3o de Melo, na Achadinha.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Dezembro\/2025<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Urbano Bettencourt Sala de Espelhos\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/12\/urbano-bettencourt-sala-de-espelhos.jpg\" alt=\"Urbano Bettencourt Sala de Espelhos\" width=\"242\" height=\"382\" class=\" wp-image-16855\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sala de espelhos\u00bb<\/strong><\/p>\n<p><strong>Urbano Bettencourt<\/strong><\/p>\n<p>Companhia das Ilhas<\/p>\n<p><u>Resumo:<\/u><\/p>\n<p>\u201cSeguindo-se a Com Navalhas e Navios (Companhia das Ilhas, 2019), que recolhe toda a sua poesia, Sala de Espelhos re\u00fane um conjunto de ensaios sobre literatura a\u00e7oriana e lan\u00e7ando ainda um breve olhar sobre outras literaturas insulares atl\u00e2nticas, da Madeira, das Can\u00e1rias e de Cabo Verde. Dispostos em sequ\u00eancia cronol\u00f3gica, os ensaios perfazem um percurso que come\u00e7a no s\u00e9culo XIX e vem at\u00e9 alguns autores mais recentes, do s\u00e9culo XXI, entre os considerados cl\u00e1ssicos a\u00e7orianos e os novos, j\u00e1 com um espa\u00e7o delimitado no universo liter\u00e1rio, estabelecendo ainda momentos fortes desse percurso e por articula\u00e7\u00e3o com os diferentes espa\u00e7os insulares: o fim do s\u00e9culo XIX na Horta, os anos 40-50 em Ponta Delgada e os anos 60 em Angra (numa delimita\u00e7\u00e3o muito aproximativa).<\/p>\n<p>O trabalho de Urbano Bettencourt obedece a uma metodologia que combina a an\u00e1lise textual com a indaga\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es materiais que possibilitam a exist\u00eancia da literatura na sua dimens\u00e3o institucional, isto \u00e9, tendo em conta os factores que asseguram a circula\u00e7\u00e3o e a divulga\u00e7\u00e3o das obras, a sua valoriza\u00e7\u00e3o cr\u00edtica e social, e trazendo assim um contributo de relevo para a hist\u00f3ria liter\u00e1ria e cultural dos A\u00e7ores. Com a publica\u00e7\u00e3o de Sala de Espelhos, a Companhia das Ilhas (Lajes do Pico) d\u00e1 in\u00edcio \u00e0 edi\u00e7\u00e3o da obra completa de Urbano Bettencourt (Piedade, Pico, 1949).\u201d<\/p>\n<p><em>In<\/em>: https:\/\/www.fnac.pt\/Sala-de-Espelhos-Urbano-Bettencourt\/a8164331<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Novembro\/2025<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Casa Jo\u00e3o de Melo - Livro do M\u00eas\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/11\/contos.jpg\" alt=\"Casa Jo\u00e3o de Melo - Livro do M\u00eas\" width=\"210\" height=\"330\" class=\" wp-image-16853\" \/><\/p>\n<p>\u00ab<strong>Contos<\/strong>\u00bb<\/p>\n<p><strong>E\u00e7a de Queiroz <\/strong><\/p>\n<p>Publica\u00e7\u00f5es Dom Quixote<\/p>\n<p><u>Sinopse:<\/u><\/p>\n<p>\u201c<em>No pref\u00e1cio dos &#8220;Azulejos do Conde de Arnoso&#8221;, emite E\u00e7a a sua opini\u00e3o sobre o conto: &#8220;No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e s\u00f3brio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos, apenas o que caiba num olhar, ou numa dessas palavras que escapa dos l\u00e1bios e traz todo o ser; da paisagem somente os longes, numa cor unida&#8221;. O enredo \u00e9 simples, linear. N\u00e3o \u00e9 anal\u00edtico. H\u00e1 neles concentra\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00e3o, tempo e espa\u00e7o. E\u00e7a realiza-se tamb\u00e9m como contista.<\/em>\u201d<\/p>\n<p><em>In<\/em>: <a href=\"https:\/\/www.portoeditora.pt\/produtos\/ficha\/contos\/2145150\">https:\/\/www.portoeditora.pt\/produtos\/ficha\/contos\/2145150<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Neste outono, escolha a leitura como sua aliada nos dias frios e chuvosos. Ler um livro \u00e9 como abrir uma porta para novos mundos, descobertos com a emo\u00e7\u00e3o e a sensibilidade que s\u00f3 a literatura \u00e9 capaz de oferecer.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Outubro\/2025<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Novas fases da lua\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/10\/novas-fases-da-lua.jpg\" alt=\"Novas fases da lua\" width=\"200\" height=\"301\" class=\"size-full wp-image-16850\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00ab<strong>Novas fases da lua\u00bb<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o de Melo<\/strong><\/p>\n<p>Dom Quixote, 2025<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Em 2025 o escritor Jo\u00e3o de Melo celebra 50 anos de carreira liter\u00e1ria e o seu novo livro j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel para leitura na Biblioteca Municipal e na Casa Jo\u00e3o de Melo.<\/strong><\/p>\n<p><u>\u00a0<\/u><\/p>\n<p><u>Sinopse:<\/u><\/p>\n<p>\u201cNos 50 anos de vida liter\u00e1ria de Jo\u00e3o de Melo, um livro que revela os seus pensamentos mais \u00edntimos e a suas sens\u00edveis reflex\u00f5es sobre o mundo em que vivemos.<\/p>\n<p>O di\u00e1rio, enquanto g\u00e9nero liter\u00e1rio, \u00e9 uma revela\u00e7\u00e3o dos sil\u00eancios, segredos e mist\u00e9rios do escritor perante o tempo e o mundo. Exige-lhe disciplina, persist\u00eancia e sobretudo coragem, e mais ainda consci\u00eancia do risco na sua publica\u00e7\u00e3o. Nele se revelam n\u00e3o o quotidiano \u00edntimo de quem o escreve, mas os seus modos de ver e opinar sobre si mesmo e sobre os outros; o pensamento social, cultural e pol\u00edtico que a realidade lhe oferece. Ningu\u00e9m deve ser neutro nem silencioso perante o coletivo; muito menos o escritor o ser\u00e1.<\/p>\n<p>Nestas\u00a0Novas Fases da Lua, todos os caminhos tem\u00e1ticos s\u00e3o transit\u00e1veis. Jo\u00e3o de Melo entra e sai de tudo o que se lhe oferece registar: as trag\u00e9dias e l\u00e1stimas do mundo (guerras, prepot\u00eancias, injusti\u00e7as de toda a ordem), e tamb\u00e9m os seus contr\u00e1rios: a fraternidade humana como ideologia, \u00e9tica, cria\u00e7\u00e3o, arte e literatura. Esses os temas, motivos, entradas e sa\u00eddas do presente di\u00e1rio, cuja amplitude temporal cobre o per\u00edodo de 2017 a 2024.<\/p>\n<p>O elemento aglutinador deste acervo de escrita, reside, obviamente, na j\u00e1 conhecida linguagem do autor. O leitor \u00e9 aqui confrontado com a sua express\u00e3o sentimental, ideol\u00f3gica, liter\u00e1ria e pessoal. Recorrendo a um velho princ\u00edpio da sabedoria, tamb\u00e9m nada do que \u00e9 humano lhe \u00e9 estranho.\u201d<\/p>\n<p><em>In<\/em>: https:\/\/www.wook.pt\/livro\/novas-fases-da-lua-joao-de-melo\/32486757?srsltid=AfmBOor2s0gDekaw0jKIvVgSR2exB3duw-C9ltByCB5JAQUjuQ_OuFBu<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Setembro\/2025<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"A Sereia Canta nos Portos\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/09\/a-sereia-canta-nos-portos.jpg\" alt=\"A Sereia Canta nos Portos\" width=\"197\" height=\"290\" class=\" wp-image-16807\" \/><\/p>\n<p>\u00ab<strong>A SEREIA CANTA NOS PORTOS\u00bb<\/strong><\/p>\n<p><strong>Padre Diniz da Luz<\/strong><\/p>\n<p>C\u00e2mara Municipal de Nordeste, 2005<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>No m\u00eas em que se assinalam os 110 anos do nascimento do grande escritor, poeta e padre nordestense Diniz da Luz Medeiros, a Casa Jo\u00e3o de Melo convida os leitores a revisitar o legado liter\u00e1rio deste autor atrav\u00e9s da leitura do livro de contos \u00abA Sereia Canta nos Portos\u00bb, obra marcante da literatura a\u00e7oriana.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>Apontamento biogr\u00e1fico:<\/u><\/p>\n<p><strong>Diniz da Luz de Medeiros<\/strong> (S\u00e3o Pedro Nordestinho, 8\/9\/1915 &#8211; 20\/12\/1987) foi um sacerdote e jornalista a\u00e7oriano, reconhecido pelo seu contributo \u00e0 imprensa cat\u00f3lica portuguesa. Desde jovem demonstrou interesse pelas letras e, crescido num ambiente profundamente religioso, ingressou no Semin\u00e1rio de Angra, seguindo a voca\u00e7\u00e3o sacerdotal.<\/p>\n<p>Colaborou com publica\u00e7\u00f5es como o <em>Jornal de Ponta Delgada<\/em> e o <em>Di\u00e1rio Diocesano Angrense<\/em>, tendo assumido tamb\u00e9m o cargo de redator e diretor da sec\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica do jornal <em>A Voz<\/em>. Foi pioneiro ao dar destaque \u00e0 vida religiosa internacional na imprensa cat\u00f3lica nacional.<\/p>\n<p>Durante a II Guerra Mundial op\u00f4s-se ativamente ao nazismo, o que lhe valeu o reconhecimento internacional: foi condecorado com a Medalha da Liberdade pelo rei Jorge VI do Reino Unido e recebeu o grau de oficial da Ordem de Leopoldo II da B\u00e9lgica.<\/p>\n<p>Foi ainda um dos principais defensores da chamada &#8220;Igreja do Sil\u00eancio&#8221; nos pa\u00edses sob regimes comunistas. Manteve estreitas amizades com figuras liter\u00e1rias proeminentes como Ferreira de Castro, Vitorino Nem\u00e9sio, J\u00falio Dantas, Jorge de Sena, Lu\u00eds Forjaz Trigueiros, Manuel Resende Carreiro, entre muitos outros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Agosto\/2025<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"A nuvem no olhar\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/08\/a-nuvem-no-olhar.jpg\" alt=\"A nuvem no olhar\" width=\"201\" height=\"304\" class=\" wp-image-16804\" \/><\/p>\n<p>\u00ab<strong>A NUVEM NO OLHAR\u00bb<\/strong><\/p>\n<p><strong>CONTOS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o de Melo<\/strong><\/p>\n<p>Dom Quixote, 2025<\/p>\n<p><strong>Aproveite o ver\u00e3o para ler o novo livro de contos do escritor Jo\u00e3o de Melo, j\u00e1 dispon\u00edvel na Biblioteca Municipal do Nordeste.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>Sinopse:<\/u><\/p>\n<p><em>\u201cA Nuvem no Olhar<\/em>\u00a0re\u00fane dez hist\u00f3rias bastante distintas entre si, onde nos s\u00e3o propostas diversas abordagens de cariz social que n\u00e3o se limitam a expor cr\u00edticas a usos e costumes, antes refletem sobre as ideologias e mentalidades que lhes est\u00e3o subjacentes. Nelas encontramos rela\u00e7\u00f5es intrafamiliares, caricaturas de pol\u00edticos, quadros do quotidiano docente e da intelectualidade em geral, ou a simples hist\u00f3ria da viagem de um casal, em lua de mel, \u00e0s nove ilhas a\u00e7orianas, apresentadas como revela\u00e7\u00e3o essencial. De salientar \u00abO Tr\u00edptico dos Barcos\u00bb, o conto mais longo deste livro \u2013 podendo mesmo considerar-se uma novela curta \u2013, que nos d\u00e1 a perspetiva de tr\u00eas elementos de uma fam\u00edlia lisboeta sobre o fim do nosso ciclo colonial africano e o evoluir do processo portugu\u00eas posterior \u00e0 descoloniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No ano em que comemora cinquenta anos de vida liter\u00e1ria, a inten\u00e7\u00e3o do autor ao reunir aqui estas hist\u00f3rias foi a de disponibilizar uma autoantologia das suas fic\u00e7\u00f5es curtas, duas delas ainda in\u00e9ditas em livro, e as demais escolhidas dos dois primeiros volumes de contos que publicou, mas todas reescritas com o prop\u00f3sito de estabelecer a sua edi\u00e7\u00e3o definitiva. Esta que o leitor tem agora em m\u00e3os.\u201d<\/p>\n<p><em>In: https:\/\/www.leyaonline.com\/pt\/livros\/romance\/a-nuvem-no-olhar\/<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Julho\/2025<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Victor Rui Dores A valsa do sil\u00eancio\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/07\/victor-rui-dores-a-valsa-do-silencio.jpg\" alt=\"Victor Rui Dores A valsa do sil\u00eancio\" width=\"195\" height=\"294\" class=\" wp-image-16802\" \/><\/p>\n<p>\u00ab<strong>A VALSA DO SIL\u00caNCIO<\/strong>\u00bb<\/p>\n<p><strong>Victor Rui Dores<\/strong><\/p>\n<p>Edi\u00e7\u00e3o do autor, Nova Gr\u00e1fica, 2005<\/p>\n<p><u>Sinopse:<\/u><\/p>\n<p><em>\u201cEste \u00e9 um romance sobre o turbilh\u00e3o das paix\u00f5es. Esta \u00e9 uma hist\u00f3ria de amor e solid\u00e3o entre um homem e uma mulher perdidos na viagem da vida.<\/em><\/p>\n<p><em>Ele, Augusto, ilh\u00e9u em dispers\u00e3o e dado a inconst\u00e2ncias afectivas, \u00e9 pianista e aspira ao reconhecimento art\u00edstico. Ela, Raquel, ex-prostituta, \u00e9 porteira num condom\u00ednio fechado e procura caminhos de liberta\u00e7\u00e3o, sonho e felicidade. Augusto e Raquel cruzam-se com muitas outras personagens, tamb\u00e9m elas a contas com as suas inquieta\u00e7\u00f5es e perplexidades&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>Porque este \u00e9, acima de tudo, um livro sobre as feridas da alma e sobre a condi\u00e7\u00e3o humana: os afectos e as peregrina\u00e7\u00f5es interiores, as perdas e os ganhos, os encontros, os desencontros, os reencontros&#8230;\u201d<\/em><\/p>\n<p><em>In: <u>Contracapa do livro<\/u><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Junho\/2025<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Casa Jo\u00e3o de Melo - Livro do M\u00eas\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/06\/img_20230620_142958.jpg\" alt=\"Casa Jo\u00e3o de Melo - Livro do M\u00eas\" width=\"192\" height=\"338\" class=\" wp-image-16800\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/06\/img_20230620_142958.jpg 300w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/06\/img_20230620_142958-290x512.jpg 290w\" sizes=\"auto, (max-width: 192px) 100vw, 192px\" \/><\/p>\n<p>\u00ab<strong>O EVANGELHO SEGUNDO JESUS CRISTO<\/strong>\u00bb<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Saramago<\/strong><\/p>\n<p><strong>Biblioteca Prest\u00edgio<\/strong><\/p>\n<p>\u00abPara mim, o n\u00facleo duro do romance  \u00e9 quando Jesus, aos catorze anos, vai ao templo de Jerusal\u00e9m para falar da culpa e da responsabilidade. N\u00e3o encontra nenhum doutor, mas sim um escriba. Jesus, no livro, herda a culpa de seu pai, que n\u00e3o soube salvar as crian\u00e7as . Quando pergunta ao escriba como \u00e9 que \u00e9 isso da culpa, o escriba diz-lhe: \u201c<em>A culpa \u00e9 um lobo que devora o pai como devora o filho.<\/em>\u201d Quer dizer, a cren\u00e7a implica que os filhos herdaram a culpa dos seus pais. A partir de um dado momento, j\u00e1 n\u00e3o se sabia qual a culpa concreta. O sentimento de culpa, que n\u00e3o sabemos porqu\u00ea nem como nasceu, como se incrustou em n\u00f3s, \u00e9 muit\u00edssimo pior do que a culpa concreta. Ent\u00e3o, Jesus pergunta-lhe: \u201c<em>Tu tamb\u00e9m foste devorado?<\/em>\u201d E o escriba responde: \u201c<em>N\u00e3o s\u00f3 devorado, mas tamb\u00e9m vomitado.<\/em>\u201d A rela\u00e7\u00e3o com Deus d\u00e1-se em termos de culpa, como no fundo acontece em todo o cristianismo e juda\u00edsmo.\u00bb<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Saramago<\/p>\n<p><em>In: https:\/\/www.josesaramago.org\/produto\/o-evangelho-segundo-jesus-cristo-edicao-centenario\/<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Maio\/2025<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"O vento e a lua (Rita Ferro)\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/05\/o-vento-e-a-lua-rita-ferro.jpg\" alt=\"O vento e a lua (Rita Ferro)\" width=\"229\" height=\"328\" class=\" wp-image-16797\" \/><\/p>\n<p>\u00ab<strong>O VENTO E A LUA<\/strong>\u00bb<\/p>\n<p><strong>Rita Ferro<\/strong><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>Sinopse:<\/u><\/p>\n<p><em>&#8220;O Vento e a Lua<\/em>\u00a0\u00e9, sem d\u00favida, o livro mais inspirado de Rita Ferro. Nele, a autora d\u00e1 asas \u00e0 Fantasia para nos oferecer uma hist\u00f3ria esplendorosa e cinematogr\u00e1fica, com todos os ingredientes de um grande cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p>Pompeia, a vagabunda, segue a estrela do seu destino atra\u00edda pelo mist\u00e9rio da vida e dividida entre os des\u00edgnios da carne e o assobio do Conhecimento. Nasce na rua e a ela regressa, mesmo depois de se ter cruzado com figuras que a transformam, entre elas O&#8217;Cartney, um velho irland\u00eas reformado, e Daniel, um pintor de frescos por quem se apaixona at\u00e9 \u00e0 loucura.<\/p>\n<p>Uma hist\u00f3ria inesquec\u00edvel, que nos reconcilia com a palavra romance.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Abril\/2025<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Peda\u00e7os do Tempo (Nuno Mendon\u00e7a)\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/04\/pedacos-do-tempo-nuno-mendonca-1.jpg\" alt=\"Peda\u00e7os do Tempo (Nuno Mendon\u00e7a)\" width=\"204\" height=\"300\" class=\" wp-image-16795\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: right\">\n<p>\u00ab<strong>PEDA\u00c7OS DO TEMPO<\/strong>\u00bb<\/p>\n<p><strong>Nuno Mendon\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Durante a primavera de 2025 desafiamos os leitores a ler as poesias do autor Nuno Mendon\u00e7a, natural de S\u00e3o Jorge.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Mar\u00e7o\/2025<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"O Terreiro (Jos\u00e9 Lu\u00eds Neto)\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/03\/o-terreiro-jose-luis-neto.jpg\" alt=\"O Terreiro (Jos\u00e9 Lu\u00eds Neto)\" width=\"203\" height=\"298\" class=\" wp-image-16792\" \/><\/p>\n<p>\u00ab<strong>O TERREIRO<\/strong>\u00bb<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Lu\u00eds Neto<\/strong><\/p>\n<p><strong>Letras Lavadas edi\u00e7\u00f5es, 2016<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>Sinopse:<\/u><\/p>\n<p><em>&#8220;O Terreiro.\u00a0<\/em>Trata-se de um livro estranhamente vision\u00e1rio. Assustador tamb\u00e9m, pela forte probabilidade de descrever com exequibilidade o futuro que nos espera. Um futuro que, em muitos dos sintomas, \u00e9 j\u00e1 hoje. Os nobres princ\u00edpios sobre que assentou a forma\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o v\u00e3o sendo subjugados pela for\u00e7a das for\u00e7as sempiternas da natureza humana, resumidas no que se chama a lei do mais forte. Castrados da natureza p\u00e1tria, obrigados \u00e0 adop\u00e7\u00e3o das regras puristas e perturbadoramente purificadoras vindas da sede imperial da Europa, resta aos povos pequenos a adapta\u00e7\u00e3o e a desist\u00eancia da liberdade. Os povos e cada cidad\u00e3o podem conhecer, sob o slogan da democracia, a vil servid\u00e3o. Hoje j\u00e1 o come\u00e7amos a perceber. O amanh\u00e3 d\u2019 \u201cO Terreiro\u201d alerta-nos.&#8221;<\/p>\n<p>V\u00edtor da Rocha<\/p>\n<p><em>In: <\/em><a href=\"https:\/\/www.letraslavadas.pt\/o-terreiro\/\"><em>https:\/\/www.letraslavadas.pt\/o-terreiro\/<\/em><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fevereiro\/2025<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Lisboa (Jo\u00e3o de Melo)\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/02\/lisboa-joao-de-melo.jpg\" alt=\"Lisboa (Jo\u00e3o de Melo)\" width=\"200\" height=\"276\" class=\"size-full wp-image-16789\" \/><\/p>\n<p>\u00ab<strong>LISBOA<\/strong>\u00bb<\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o de Melo<\/strong><\/p>\n<p><u>Resumo:<\/u><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cLivro n\u00ba 4 da nova Cole\u00e7\u00e3o Portugal.<\/p>\n<p>Portugal inteiro dentro de um livro.<\/p>\n<p>Os escritores portugueses mais acarinhados e um fot\u00f3grafo de patrim\u00f3nio.<\/p>\n<p>O mesmo horizonte para a fic\u00e7\u00e3o e a realidade, em que criatividade liter\u00e1ria e riqueza fotogr\u00e1fica mergulham na nossa geografia.<\/p>\n<p>Um percurso concelho a concelho, ilha a ilha, escritor a escritor.<\/p>\n<p><em>The whole of Portugal in one book.<\/em><\/p>\n<p><em>The most cherished Portuguese writers and a photographer specialising in heritage.<\/em><\/p>\n<p><em>The same horizon for fiction and reality, in which literary creativity and photographic richness immerse themselves in our geography.<\/em><\/p>\n<p><em>This is a journey that covers county after county, island after island, writer after writer.\u201d<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>In: https:\/\/www.fnac.pt\/Lisboa-Joao-de-Melo\/a11958146<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JANEIRO\/2025<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Vozes anoitecidas Mia Couto\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/01\/vozes-anoitecidas-_-mia-couto-1.jpg\" alt=\"Vozes anoitecidas Mia Couto\" width=\"220\" height=\"354\" class=\" wp-image-16787\" \/><\/p>\n<p>\u00ab<strong>Vozes Anoitecidas<\/strong>\u00bb<\/p>\n<p>Contos<\/p>\n<p><strong>Mia Couto <\/strong>(Caminho)<\/p>\n<p>\u201cO que mais d\u00f3i na mis\u00e9ria \u00e9 a ignor\u00e2ncia que ela tem de si mesma. Confrontados com a aus\u00eancia de tudo, os homens abst\u00eam-se do sonho, desarmando-se do desejo de serem outros.<\/p>\n<p>Existe no nada essa ilus\u00e3o de plenitude que faz parar a vida e anoitecer as vozes.<\/p>\n<p>Estas est\u00f3rias desadormeceram em mim sempre a partir de qualquer coisa acontecida de verdade mas que me foi contada como se tivesse ocorrido na outra margem do mundo.<\/p>\n<p>Na travessa dessa fronteira de sombra escutei vozes que vazaram o sol. Outras foram asas no meu voo de escrever. A umas e a outras dedico este desejo de contar e de inventar.<\/p>\n<p>Mia Couto<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DEZEMBRO\/2024<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Isabel Rio Novo Madalena\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/12\/isabel-rio-novo-madalena.jpg\" alt=\"Isabel Rio Novo Madalena\" width=\"201\" height=\"314\" class=\" wp-image-16781\" \/><\/p>\n<p>\u00ab<strong>Madalena<\/strong>\u00bb<\/p>\n<p><strong>Isabel Rio Novo <\/strong>(D. Quixote)<\/p>\n<p><u>Sinopse: <\/u><\/p>\n<p>\u201cEnquanto se submete a tratamentos para um tumor, uma jovem professora ocupa os longos dias a examinar pap\u00e9is, retratos e cartas dos bisav\u00f3s que encontrou num velho arm\u00e1rio de livros que outrora lhes pertenceu. \u00c9 assim que vai desvelando a hist\u00f3ria dos dois, envolta em mist\u00e9rio, na qual a trai\u00e7\u00e3o, o ci\u00fame e a trag\u00e9dia s\u00e3o os ingredientes principais.<\/p>\n<p>\u00c1lvaro Am\u00e2ndio, o bisav\u00f4 culto e ensimesmado, mas sobretudo Madalena Br\u00edzida, a bisav\u00f3 sedutora, enigm\u00e1tica e talvez cruel, v\u00e3o ganhando contornos diante da jovem mulher, \u00e0 medida que ela pr\u00f3pria se vai descobrindo, nos seus amores do passado, nos seus sofrimentos recalcados, talvez at\u00e9 nas raz\u00f5es para ser como \u00e9.<\/p>\n<p>Muito mais do que uma narrativa sobre a doen\u00e7a ou os seus efeitos sobre o indiv\u00edduo,\u00a0<em>Madalena<\/em>\u00a0&#8211; obra vencedora do Pr\u00e9mio Liter\u00e1rio Jo\u00e3o Gaspar Sim\u00f5es &#8211; \u00e9 um romance not\u00e1vel sobre a fam\u00edlia e sobre o que, em cada um de n\u00f3s, \u00e9 constru\u00eddo pelos que vieram antes, assinado por uma das grandes vozes da fic\u00e7\u00e3o portuguesa contempor\u00e2nea.\u201d<\/p>\n<p><em>In: https:\/\/www.wook.pt\/livro\/madalena-isabel-rio-novo\/25880092<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NOVEMBRO\/2024<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"A Boneca Despida Paulo Morais\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/11\/a-boneca-despida-paulo-morais.jpg\" alt=\"A Boneca Despida Paulo Morais\" width=\"198\" height=\"297\" class=\" wp-image-16778\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/11\/a-boneca-despida-paulo-morais.jpg 400w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/11\/a-boneca-despida-paulo-morais-341x512.jpg 341w\" sizes=\"auto, (max-width: 198px) 100vw, 198px\" \/><\/p>\n<p>\u00ab<strong>A Boneca Despida<\/strong>\u00bb<\/p>\n<p><strong>Paulo M. Morais <\/strong>(Casa das Letras)<\/p>\n<p><u>Sinopse: <\/u><\/p>\n<p>\u201cJulieta &#8211; a protagonista deste romance &#8211; at\u00e9 podia ser uma mulher an\u00f3nima, n\u00e3o fosse o facto de ter vivido cem anos. Cresceu sem m\u00e3e e longe do pai, junto de uma av\u00f3 violenta que a escravizou. N\u00e3o a deixaram prosseguir os estudos. N\u00e3o lhe ensinaram os factos da vida. Casou sem paix\u00e3o, teve filhos que amou e por quem sofreu de insond\u00e1veis maneiras. Acabou num lar, sozinha, como tantas outras.<\/p>\n<p>Do seu nascimento na ilha do Faial \u00e0 pequena inf\u00e2ncia passada em Macau; dos tempos num col\u00e9gio interno em Hong Kong ao regresso definitivo a Lisboa; da obedi\u00eancia \u00e0 av\u00f3 \u00e0 sujei\u00e7\u00e3o ao papel de esposa e m\u00e3e; a hist\u00f3ria fascinante de Julieta (e a da sua boneca de bisque) \u00e9 tamb\u00e9m a da mulher portuguesa ao longo dos anos cinzentos da ditadura, sempre contando os centavos, abdicando dos sonhos em favor da fam\u00edlia, calando d\u00favidas e frustra\u00e7\u00f5es e passando por cima de sucessivos desgostos.<\/p>\n<p><em>A Boneca Despida<\/em>, finalista do Pr\u00e9mio LeYa 2022, \u00e9 tamb\u00e9m o registo absolutamente not\u00e1vel da hist\u00f3ria da vida privada de um pa\u00eds que, no lapso de um s\u00e9culo, participou em guerras e conflitos, viu partir a sua gente, instalou-se nos sub\u00farbios, virou do avesso regimes pol\u00edticos, fez-se europeu, esqueceu os seus velhos, conheceu momentos de luz e sombra. E Julieta, claro, assistiu a tudo.\u201d<\/p>\n<p><em>In: https:\/\/www.wook.pt\/livro\/a-boneca-despida-paulo-m-morais\/28523426<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>OUTUBRO\/2024<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Os dias do fim\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/10\/os-dias-do-fim-1.jpg\" alt=\"Os dias do fim\" width=\"172\" height=\"273\" class=\" wp-image-16775\" \/><\/p>\n<p>\u00ab<strong>Os Dias do Fim<\/strong>\u00bb<\/p>\n<p><strong>Ricardo de Saavedra<\/strong><\/p>\n<p><strong>Casa das Letras<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>Sinopse: <\/u><\/p>\n<p>\u201cWiriyamu, massacre que o Padre Adrian Hastings denunciou \u00e0 comunidade internacional h\u00e1 35 anos, surge pela primeira vez em livro de autor portugu\u00eas na primeira edi\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>Os Dias do Fim<\/em>. Uma parte do romance gira \u00e0 volta desse escabroso epis\u00f3dio. Os militares e os pol\u00edticos n\u00e3o s\u00e3o poupados e, nos v\u00e1rios factos que o texto documenta, sempre que os nomes correspondem a pessoas reais, o rigor hist\u00f3rico est\u00e1 presente. Obra de jornalista, acolhe tamb\u00e9m o rumor e a m\u00e1-l\u00edngua, datados e situados, o que confere ao livro mais um condimento de interesse. <em><u>Os Dias do Fim<\/u><\/em>\u00a0resultam de uma apaixonada mobiliza\u00e7\u00e3o do naipe de virtuosos que convivem no mesmo homem: o jornalista, o pintos, o poeta, o escritor. L\u00ea-se com entusiasmo esta obra em que a paleta do pintor tece climas e cen\u00e1rios, o rigor do jornalista acerta os ponteiros da hist\u00f3ria, o poeta tempera a dimens\u00e3o do sonho e o escritor tudo isso conjuga num quadro final, quase sinf\u00f3nico.\u201d<\/p>\n<p><em>In: https:\/\/www.wook.pt\/livro\/os-dias-do-fim-ricardo-de-saavedra\/210339<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SETEMBRO\/2024<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u201c<em>Comemora\u00e7\u00f5es do Centen\u00e1rio do Nascimento de Nat\u00e1lia Correia<\/em>\u201d<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Comemora\u00e7\u00f5es do Centen\u00e1rio do Nascimento de Nat\u00e1lia Correia\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/comemoracoes-do-centenario-do-nascimento-de-natalia-correia.jpg\" alt=\"Comemora\u00e7\u00f5es do Centen\u00e1rio do Nascimento de Nat\u00e1lia Correia\" width=\"149\" height=\"199\" class=\" wp-image-16770\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Durante o m\u00eas de setembro, desafiamos os leitores a conhecer a nova obra dispon\u00edvel na biblioteca da Casa Jo\u00e3o de Melo, o livro \u201cComemora\u00e7\u00f5es do Centen\u00e1rio do Nascimento de Nat\u00e1lia Correia\u201d, coordenado por Roberto Jesus Reis.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>AGOSTO\/2024<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Victor Rui Dores Cr\u00f3nicas insulares\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/08\/victor-rui-dores-cronicas-insulares.jpg\" alt=\"Victor Rui Dores Cr\u00f3nicas insulares\" width=\"160\" height=\"238\" class=\"wp-image-16767 alignright\" \/><\/p>\n<p>\u201c<strong><em>Cr\u00f3nicas Insulares<\/em><\/strong>\u201d<\/p>\n<p><strong>Victor Rui Dores<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cDo que vi, senti e vivi fui escrevendo, com comovida nostalgia, emo\u00e7\u00f5es, sentimentos, opini\u00f5es, ideias e estados de alma.<\/em>\u201d Victor Rui Dores<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JULHO\/2024<\/strong><\/p>\n<p>\u201c<strong><em>Amiguinhos das ilhas e do mar<\/em><\/strong>\u201d<\/p>\n<p><strong>Manuel Francisco Anjos<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201c\u2026 as p\u00e1ginas deste livro est\u00e3o abundantemente polvilhadas de fantasia e ilus\u00e3o, mas tamb\u00e9m de sentimentos e valores sociais e humanos, numa simbiose que vai, certamente, encantar e sensibilizar aqueles que o lerem.<\/em>\u201d<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Amiguinhos das ilhas e do mar\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/07\/amiguinhos-das-ilhas-e-do-mar-1.jpg\" alt=\"Amiguinhos das ilhas e do mar\" width=\"166\" height=\"237\" class=\"wp-image-16762 alignright\" style=\"color: #787878\" \/><span style=\"color: #787878\"><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JUNHO\/2024<\/strong><\/p>\n<p>\u201c<strong><em>Algarvia &#8211; Apontamentos para a sua hist\u00f3ria&#8221;<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Ad\u00e9lio Amaro<\/strong><\/p>\n<p>Junta de Freguesia da Algarvia, 2013<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Casa Jo\u00e3o de Melo - Livro do M\u00eas\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/06\/img_20230620_153829.jpg\" alt=\"Casa Jo\u00e3o de Melo - Livro do M\u00eas\" width=\"190\" height=\"265\" class=\"wp-image-16757 alignright\" \/><\/p>\n<div><\/div>\n<p>Aproveite o ver\u00e3o de 2024 para aprofundar o conhecimento sobre a hist\u00f3ria da Algarvia e visite os locais<\/p>\n<p>\u00a0referidos neste interessante livro do autor Ad\u00e9lio Amaro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>MAIO\/ 2024<\/p>\n<p>\u201c<strong>OS LUS\u00cdADAS<\/strong>\u201d<\/p>\n<p><strong>Lu\u00eds de Cam\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>&#8220;As armas e os bar\u00f5es assinalados,<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Os Lus\u00edadas\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/05\/os-lusiadas.jpg\" alt=\"Os Lus\u00edadas\" width=\"207\" height=\"338\" class=\"wp-image-16753 alignright\" style=\"color: #787878\" \/><\/p>\n<div><span style=\"color: #787878\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><em>Que da ocidental praia Lusitana,<\/em><\/p>\n<p><em>Por mares nunca de antes navegados,<\/em><\/p>\n<p><em>Passaram ainda al\u00e9m da Taprobana,<\/em><\/p>\n<p><em>Em perigos e guerras esfor\u00e7ados,<\/em><\/p>\n<p><em>Mais do que prometia a for\u00e7a humana,<\/em><\/p>\n<p><em>E entre gente remota edificaram<\/em><\/p>\n<p><em>Novo Reino, que tanto sublimaram;&#8221;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No ano em que se celebram 500 anos do nascimento de Lu\u00eds de Cam\u00f5es, a Casa Jo\u00e3o de Melo e a C\u00e2mara Municipal de Nordeste sugerem a leitura da obra \u201c<em>Os Lus\u00edadas<\/em>\u201d, publicada em 1572, na qual o escritor faz a narrativa da descoberta do caminho mar\u00edtimo para a \u00cdndia por Vasco da Gama.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ABRIL\/ 2024<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Nas duas margens da literatura norte americana e a\u00e7oriana\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/04\/nas-duas-margens-da-literatura-norte-americana-e-acoriana.jpg\" alt=\"Nas duas margens da literatura norte americana e a\u00e7oriana\" width=\"230\" height=\"323\" class=\"wp-image-16750 alignright\" \/><\/p>\n<p>\u201c<strong>Nas duas MARGENS:<\/strong><\/p>\n<p><strong>da LITERATURA<\/strong><\/p>\n<p><strong>NORTE-AMERICANA e A\u00c7ORIANA<\/strong>\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Adelaide Freitas<\/strong><\/p>\n<p>Linhas e C\u00edrculos, 2008<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Neste m\u00eas de abril, venha \u00e0 Casa Jo\u00e3o de Melo conhecer algumas obras da escritora nordestense Adelaide Freitas, nascida na Achadinha a 20\/04\/1949.<\/p>\n<p>Em 2009, a autora foi distinguida pelo munic\u00edpio do Nordeste com a Medalha de M\u00e9rito Municipal. A Assembleia Legislativa Regional dos A\u00e7ores, na cerim\u00f3nia do Dia da Regi\u00e3o realizada a 21\/05\/2018, condecorou-a com a Ins\u00edgnia Auton\u00f3mica de M\u00e9rito Profissional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c<strong>ELOGIO DA TRISTEZA<\/strong>\u201d<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Daniel Gon\u00e7alves Elogio da tristeza\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/04\/daniel-goncalves-elogio-da-tristeza.jpg\" alt=\"Daniel Gon\u00e7alves Elogio da tristeza\" width=\"218\" height=\"307\" class=\"wp-image-16737 alignright\" \/><\/p>\n<p><strong>Daniel Gon\u00e7alves<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cSegundo Daniel Gon\u00e7alves, este livro \u00abre\u00fane cinco livros, todos diferentes, todos unidos. O primeiro, \u201cAnterianas\u201d, celebra Antero de Quental e a boa hora em que os meus queridos amigos Jos\u00e9 Carlos e Maria Helena me ofereceram a edi\u00e7\u00e3o dos \u201cSonetos Completos\u201d: tem um prel\u00fadio de Jo\u00e3o de Melo; o segundo, \u201c1816\u201d, com prel\u00fadio do professor Carlos Fiolhais, aborda as consequ\u00eancias da maior erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica de sempre; o terceiro, \u201cProntu\u00e1rio dos Meus Desalentos (novas dist\u00e2ncias da tristeza)\u201d \u00e9 a pe\u00e7a central que une todos os outros livros; o quarto, \u201cSonetos Multip\u00e9talos\u201d, celebra Nat\u00e1lia Correia e tem um prel\u00fadio da minha querida \u00c2ngela de Almeida; o \u00faltimo, finalmente, \u201cPara Que Tudo Valha a Pena\u201d, celebra os cl\u00e1ssicos, sobretudo latinos, e tem um prel\u00fadio do professor Luiz Fagundes Duarte\u00bb.\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<em>In<\/em>: https:\/\/www.letraslavadas.pt\/elogio-da-tristeza\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>MAR\u00c7O\/ 2024<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Victor Rui Dores O ouvido que escreve\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/03\/victor-rui-dores-o-ouvido-que-escreve-1.jpg\" alt=\"Victor Rui Dores O ouvido que escreve\" width=\"214\" height=\"317\" class=\"wp-image-16734 alignright\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/03\/victor-rui-dores-o-ouvido-que-escreve-1.jpg 350w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/03\/victor-rui-dores-o-ouvido-que-escreve-1-345x512.jpg 345w\" sizes=\"auto, (max-width: 214px) 100vw, 214px\" \/><\/p>\n<p>\u201c<strong>O OUVIDO QUE ESCREVE<\/strong>\u201d<\/p>\n<p><strong>Victor Rui Dores<\/strong><\/p>\n<p>BLU Edi\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cLido e ouvido, o poema torna-se voz, som, melodia. Ali\u00e1s, a poesia tem na sua origem uma voca\u00e7\u00e3o cantante. Foi assim com os gregos e assim foi com a poesia trovadoresca e com os cantares de gesta medievais, num tempo do amor cort\u00eas em que os trovadores eram simultaneamente m\u00fasicos, poetas e cantores\u201d.<\/em><\/p>\n<p><em>(\u2026)<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cE, de resto, a poesia continuar\u00e1 a ser o meu territ\u00f3rio de sedu\u00e7\u00e3o, e o acto de escrita o meu prazer solit\u00e1rio e a minha solid\u00e3o comprazida.\u201d<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Victor Rui Dores, <em>in<\/em> \u201cNota de Introdu\u00e7\u00e3o\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FEVEREIRO\/ 2024<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Longos Versos Longos Jo\u00e3o de Melo\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/02\/longos-versos-longos-joao-de-melo.jpg\" alt=\"Longos Versos Longos Jo\u00e3o de Melo\" width=\"211\" height=\"282\" class=\"wp-image-16730 alignright\" \/><\/p>\n<p>\u201c<strong>LONGOS VERSOS LONGOS<\/strong>\u201d<\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o de Melo<\/strong><\/p>\n<p>D. Quixote, 2024<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u201cLongos Versos Longos\u00a0assinala o regresso de Jo\u00e3o de Melo \u00e0 poesia, quatro d\u00e9cadas ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o do seu primeiro e, at\u00e9 agora, \u00fanico livro de poemas:\u00a0Navega\u00e7\u00e3o da Terra\u00a0(1980).<\/em><\/p>\n<p><em>Nele encontramos textos de exalta\u00e7\u00e3o do tempo e da vida, derivas sobre a ang\u00fastia e a metaf\u00edsica, mas tamb\u00e9m a revisita\u00e7\u00e3o apaixonada das t\u00e3o amadas ilhas dos A\u00e7ores.<\/em><\/p>\n<p><em>Trata-se de uma po\u00e9tica meditada sobre a escrita e a literatura, a efemeridade do ser, a espiritualidade da f\u00e9 e a perda de Deus. No final desta cadeia tem\u00e1tica, o livro prop\u00f5e-nos alguns poemas tr\u00e1gicos sobre o nosso quotidiano coletivo, um deles em prosa, \u00abPoema \u00e0s portas de Bagdade\u00bb, que nos fala dos horrores permanentes (ou repetidos) das guerras do mundo.\u201d<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Urbano Bettencourt Sala de Espelhos\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/01\/urbano-bettencourt-sala-de-espelhos.jpg\" alt=\"Urbano Bettencourt Sala de Espelhos\" width=\"206\" height=\"330\" class=\"wp-image-16719 alignright\" style=\"color: #787878\" \/><\/p>\n<p><em>In: <\/em><a href=\"https:\/\/livrariasolmar.pt\/produto\/longos-versos-longos\/\"><em>https:\/\/livrariasolmar.pt\/produto\/longos-versos-longos\/<\/em><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>JANEIRO\/ 2024<\/p>\n<p>\u201c<strong>SALA DE ESPELHOS<\/strong>\u201d<\/p>\n<p><strong>Urbano Bettencourt<\/strong><\/p>\n<p>Companhia das Ilhas, 2020<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Textos da autoria de Urbano Bettencourt sobre literatura e cultura a\u00e7oriana, abrangendo tamb\u00e9m Cabo Verde, Madeira e Can\u00e1rias<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Jos\u00e9 Carlos de Magalh\u00e3es Cymbron Uma aventura corvina\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/12\/jose-carlos-de-magalhaes-cymbron-uma-aventura-corvina.jpg\" alt=\"Jos\u00e9 Carlos de Magalh\u00e3es Cymbron Uma aventura corvina\" width=\"200\" height=\"286\" class=\"wp-image-16713 alignright\" \/><\/p>\n<p>DEZEMBRO\/ 2023<\/p>\n<p><strong><em>\u201cUMA AVENTURA CORVINA\u201d<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Carlos de Magalh\u00e3es Cymbron<\/strong><\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o do Autor, Ponta Delgada, 2016<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Livro ilustrado com gravuras, fac-s\u00edmiles de documentos e fotografias, versando as transforma\u00e7\u00f5es verificadas no Corvo,<\/p>\n<p>na popula\u00e7\u00e3o local e no seu papel no \u00e2mbito do arquip\u00e9lago.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>NOVEMBRO\/ 2023<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"On\u00e9simo Almeida On\u00e9simo Portugu\u00eas sem filto, uma antologia\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/11\/onesimo-almeida-onesimo-portugues-sem-filto-uma-antologia.jpg\" alt=\"On\u00e9simo Almeida On\u00e9simo Portugu\u00eas sem filto, uma antologia\" width=\"213\" height=\"308\" class=\"wp-image-16709 alignright\" \/><\/p>\n<p><strong><em>\u201cON\u00c9SIMO\u201d<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Portugu\u00eas sem filtro, uma antologia<\/em><\/strong><\/p>\n<p>On\u00e9simo Teot\u00f3nio Almeida<\/p>\n<p>Clube do Autor, SA<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00abPortugal, os portugueses, a Am\u00e9rica, os americanos, os luso-americanos e os A\u00e7ores acabam fundindo-se osmoticamente nestas p\u00e1ginas, porque nelas inscrevi o quotidiano dos mundos que habito, as personagens que encontrei, as minhas ou as nossas d\u00favidas e interroga\u00e7\u00f5es, as agruras e os prazeres da vida, mais a gra\u00e7a e as ironias com que ela gosta de nos brindar se estamos atentos. A unidade delas est\u00e1 na diversidade que afinal -vou reparando -todos vestimos, na procura do sentido da vida e das coisas. As est\u00f3rias aqui cerzidas em cadeia poder\u00e3o parecer demasiado sorridentes para os profissionais do cinzento e do pessimismo nacional (n\u00e3o haver\u00e1 a\u00ed um esp\u00edrito empreendedor que monte uma empresa de exporta\u00e7\u00e3o desse produto lusitano?), sobretudo agora que o fado e os fados da nossa hist\u00f3ria parecem querer tratar-nos do funeral. Elas aspiram a animar os ainda com f\u00f4lego e capacidade de resist\u00eancia.\u00bb<\/p>\n<p><em>In: <\/em><a href=\"https:\/\/www.wook.pt\/livro\/portugues-sem-filtro-onesimo-teotonio-almeida\/10918212\"><em>https:\/\/www.wook.pt\/livro\/portugues-sem-filtro-onesimo-teotonio-almeida\/10918212<\/em><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Joel Neto A vida no campo\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/10\/joel-neto-a-vida-no-campo-1.jpg\" alt=\"Joel Neto A vida no campo\" width=\"231\" height=\"351\" class=\"wp-image-16706 alignright\" style=\"color: #787878\" \/><\/p>\n<p>OUTUBRO\/ 2023<\/p>\n<p><strong>\u201c<em>A VIDA NO CAMPO<\/em>\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>Joel Neto<\/strong><\/p>\n<p>Marcador<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sinopse:<\/p>\n<p><em>\u00abUm homem e uma mulher. Um jardim e uma horta. Dois c\u00e3es. Ao fim de vinte anos na grande cidade, Joel Neto instalou-se no pequeno lugar de Dois Caminhos, freguesia da Terra Ch\u00e3, ilha Terceira. Rodeado de uma paisagem estonteante, das mem\u00f3rias da inf\u00e2ncia e de uma pan\u00f3plia de vizinhos de modos simples e voca\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica, descobriu que, afinal, a vida pode mesmo ser mais serena, mais barata e mais livre. E, se calhar, mais inteligente.\u00bb<\/em><\/p>\n<p><em>In: https:\/\/www.wook.pt\/livro\/a-vida-no-campo-joel-neto\/17950632<\/em><\/p>\n<p><strong>Conhe\u00e7a melhor a literatura a\u00e7oriana.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"MAU TEMPO NO CANAL\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/09\/mau-tempo-no-canal.jpg\" alt=\"MAU TEMPO NO CANAL\" width=\"227\" height=\"289\" class=\"wp-image-16701 alignright\" style=\"color: #787878\" \/><\/p>\n<p>SETEMBRO\/ 2023<\/p>\n<p><strong>\u201c<em>MAU TEMPO NO CANAL<\/em>\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>Vitorino Nem\u00e9sio<\/strong><\/p>\n<p><strong>Livraria Bertrand<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sinopse:<\/p>\n<p><em>\u00abCreio que o isolamento de cada ilha a\u00e7oriana d\u00e1 lugar \u00e0 constante presen\u00e7a de um fant\u00e1stico individual, que percorre de um modo exemplar o romance de Nem\u00e9sio, desde a personagem mais singela at\u00e9 \u00e0 de maior complexidade. Fant\u00e1stico individual que est\u00e1 em luta aberta contra um maravilhoso colectivo. Assistimos a um descer dentro de cada um, como se dentro de si pisassem os degraus da escada em curva &#8211; perfeita sucess\u00e3o de serpentes cegas &#8211; que levam, na geografia insular, ao lago subterr\u00e2neo da ilha Graciosa; a \u00fanica das cinco ilhas centrais que as p\u00e1ginas de\u00a0Mau Tempo no Canal\u00a0n\u00e3o contemplam.\u00bb Do pref\u00e1cio de\u00a0Jo\u00e3o Miguel Fernandes Jorge<\/em><\/p>\n<p><em>In: https:\/\/www.bertrand.pt\/livro\/mau-tempo-no-canal-vitorino-nemesio\/81156<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aproveite o ver\u00e3o de 2023 para conhecer melhor a literatura A\u00e7oriana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>AGOSTO\/2023<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Paula de Sousa Lima O Para\u00edso\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/07\/paula-de-sousa-lima-o-paraiso.jpg\" alt=\"Paula de Sousa Lima O Para\u00edso\" width=\"250\" height=\"373\" class=\"size-full wp-image-16695 alignright\" style=\"color: #787878\" \/><\/p>\n<p><strong>\u201c<em>O PARA\u00cdSO<\/em>\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>Paula de Sousa Lima<\/strong><\/p>\n<p><strong>Casa das Letras, 2016<\/strong><\/p>\n<p><strong><u>Romance finalista do Pr\u00e9mio LeYa<\/u><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sinopse:<\/p>\n<p><em>\u201cCom o rei D. Carlos ao leme da na\u00e7\u00e3o, os habitantes de uma rec\u00f4ndita aldeia portuguesa disp\u00f5em-se a castigar, certa noite, os praticantes de um pecado hediondo, deitando fogo \u00e0 sua casa na orla de uma floresta paradis\u00edaca. E \u00e9 tal a sanha colectiva contra os pecadores que &#8211; salvo os que ainda n\u00e3o andam e os que j\u00e1 n\u00e3o conseguem andar &#8211; s\u00f3 duas pessoas na povoa\u00e7\u00e3o inteira n\u00e3o participam do massacre: Ana, a parteira, e o padre Engr\u00e1cio.<\/em><\/p>\n<p><em>Conseguindo adiantar-se ao mortic\u00ednio, resgatam com vida um par de g\u00e9meos rec\u00e9m-nascidos, baptizados nessa mesma noite com os nomes de Laura e Louren\u00e7o Duchamp.<\/em><\/p>\n<p><em>Recebidas em orfanatos distintos, as crian\u00e7as crescer\u00e3o sob o signo da tristeza, da viol\u00eancia e da solid\u00e3o, sempre carentes da alma g\u00e9mea que desconhecem ter, enquanto na aldeia, \u00e0 medida que os anos passam, a culpa vai consumindo, um por um, os criminosos. Ana, que n\u00e3o pode ter filhos, nunca deixa, por\u00e9m, de se perguntar pelos meninos que salvou, ignorando, como eles, que o reencontro \u00e9 sempre uma possibilidade.<\/em><\/p>\n<p><em>Numa linguagem cuidada e bela e um leque de personagens fascinante, Paula de Sousa Lima constr\u00f3i em\u00a0O Para\u00edso\u00a0uma narrativa pungente sobre o preconceito, o arrependimento e a incapacidade de fugir ao destino.\u201d<\/em><\/p>\n<p><em>In:<\/em> <a href=\"https:\/\/www.wook.pt\/livro\/o-paraiso-paula-de-sousa-lima\/19088365\">https:\/\/www.wook.pt\/livro\/o-paraiso-paula-de-sousa-lima\/19088365<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aproveite o ver\u00e3o de 2023 para conhecer melhor a literatura A\u00e7oriana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"SAPATEIA A\u00c7ORIANA\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/07\/sapateia-acoriana-1.jpg\" alt=\"SAPATEIA A\u00c7ORIANA\" width=\"250\" height=\"377\" class=\"size-full wp-image-16691 alignright\" \/><\/p>\n<p>JULHO\/2023<\/p>\n<p><strong>\u201c<em>Sapateia A\u00e7oriana<\/em>\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>Vitorino Nem\u00e9sio<\/strong><\/p>\n<p>Arc\u00e1dia, 1976<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Este \u00e9 o \u00faltimo livro de poemas de Vitorino Nem\u00e9sio, onde est\u00e3o reunidos diversos poemas publicados em edi\u00e7\u00f5es restritas, com destaque para o \u00ab<em>Andamento Holand\u00eas\u00bb.<\/em><\/p>\n<p><strong><u>\u00a0<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong><u>Vitorino Nem\u00e9sio <\/u><\/strong>(1901-1978), nascido na ilha Terceira, foi uma das maiores figuras da literatura portuguesa do s\u00e9culo XX, cuja obra apresenta marcas das viv\u00eancias liter\u00e1rias, sociais, cient\u00edficas e b\u00e9licas da sua \u00e9poca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aproveite o ver\u00e3o de 2023 para conhecer melhor a literatura A\u00e7oriana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>JUNHO\/2023<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sobre o descobrimento e povoamento dos A\u00e7ores\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/06\/sobre-o-descobrimento-e-povoamento-dos-acores-scaled-e1687195470643-1920x1080.jpg\" alt=\"Sobre o descobrimento e povoamento dos A\u00e7ores\" width=\"361\" height=\"203\" class=\"wp-image-16685 alignright\" \/><\/p>\n<p><strong>\u201cSobre o descobrimento e povoamento dos A\u00e7ores\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Viriato Campos<\/p>\n<p>Europress<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sinopse:<\/p>\n<p><em>A problem\u00e1tica do achamento do arquip\u00e9lago a\u00e7oriano, abordada por um investigador probo.<\/em><\/p>\n<p>Aproveite o ver\u00e3o de 2023 para conhecer melhor a hist\u00f3ria do descobrimento e povoamento dos A\u00e7ores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ABRIL\/2023<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Auto da barca do inferno\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/04\/auto-da-barca-do-inferno-1.jpg\" alt=\"Auto da barca do inferno\" width=\"279\" height=\"392\" class=\"wp-image-16679 alignright\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/04\/auto-da-barca-do-inferno-1.jpg 600w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/04\/auto-da-barca-do-inferno-1-364x512.jpg 364w\" sizes=\"auto, (max-width: 279px) 100vw, 279px\" \/><\/p>\n<p><strong><u>No \u00e2mbito da educa\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, a CMN d\u00e1 a conhecer:<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Leitura recomendada para o 9.\u00ba ano de escolaridade, no \u00e2mbito do Plano Nacional de Leitura<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u201c<em>Auto da Barca do Inferno<\/em>\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>Gil Vicente <\/strong><\/p>\n<p>Areal Editores<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Sinopse: <\/u><\/strong><\/p>\n<p>Representado na c\u00e2mara da rainha D. Maria, que se encontrava doente, em 1517.<\/p>\n<p>Personagens: Anjo (arrais do\u00a0C\u00e9u), Diabo (arrais do\u00a0Inferno), Companheiro do Diabo, Fidalgo, Onzeneiro,\u00a0Parvo, Sapateiro, Frade, Br\u00edzida Vaz (alcoviteira), Corregedor, Procurador, Enforcado e Quatro Cavaleiros.<\/p>\n<p>O Anjo e o Diabo s\u00e3o personagens aleg\u00f3ricas. As restantes personagens personificam classes sociais e comportamentos t\u00edpicos,\u00a0sendo,\u00a0por isso, consideradas &#8220;personagens-tipo&#8221;.<\/p>\n<p><em>In: <\/em><a href=\"https:\/\/www.infopedia.pt\/apoio\/artigos\/$auto-da-barca-do-inferno\"><em>https:\/\/www.infopedia.pt\/apoio\/artigos\/$auto-da-barca-do-inferno<\/em><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Depois de falecerem, um Fidalgo, um Onzeneiro, um Parvo, um Sapateiro, um Frade, uma Alcoviteira, um Corregedor, um Procurador, um Enforcado e quatro Cavaleiros chegam a um cais e encontram um Anjo e um Diabo que os transportar\u00e3o ao seu derradeiro destino: o Para\u00edso ou o Inferno! O que dizem ao Anjo para o convencerem a lev\u00e1-los para o desejado Para\u00edso? Como tentam fugir ao Diabo? E o que realmente ter\u00e3o feito em vida para merecem um ou outro destino\u2026?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>MAR\u00c7O\/2023<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"De profundis Valsa Lenta Jose Cardoso Pires\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/03\/de-profundis-valsa-lenta-jose-cardoso-pires.jpeg\" alt=\"De profundis Valsa Lenta Jose Cardoso Pires\" width=\"357\" height=\"357\" class=\"wp-image-16673 alignright\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/03\/de-profundis-valsa-lenta-jose-cardoso-pires.jpeg 800w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/03\/de-profundis-valsa-lenta-jose-cardoso-pires-512x512.jpeg 512w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/03\/de-profundis-valsa-lenta-jose-cardoso-pires-300x300.jpeg 300w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/03\/de-profundis-valsa-lenta-jose-cardoso-pires-768x768.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 357px) 100vw, 357px\" \/><\/p>\n<p><strong>\u201c<em>De Profundis, Valsa Lenta<\/em>\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Cardoso Pires<\/strong><\/p>\n<p>Publica\u00e7\u00f5es Dom Quixote<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Sinopse e anota\u00e7\u00e3o biogr\u00e1fica:<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Este livro \u00e9 a narrativa de um acidente vascular cerebral sofrido pelo pr\u00f3prio autor. Jos\u00e9 Cardoso Pires demonstra, assim, ser capaz de se manter escritor at\u00e9 nos momentos mais dif\u00edceis da vida.<\/p>\n<p><strong>Sobre o escritor\u00a0Jos\u00e9 Cardoso Pires:<\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Augusto Neves Cardoso Pires nasceu a 02\/10\/1925 no concelho de Vila de Rei mas, ainda em crian\u00e7a, foi viver para Lisboa.<\/p>\n<p>Trocou o curso de Matem\u00e1ticas Superiores por diversas profiss\u00f5es, com o objetivo de se tornar escritor. A sua colabora\u00e7\u00e3o na imprensa e no mundo editorial come\u00e7ou cedo. Cultivou rela\u00e7\u00f5es nas artes e na m\u00fasica, convivendo tanto com neorrealistas como com surrealistas.<br \/>\nEm 1949 publicou \u00abOs Caminheiros e Outros Contos\u00bb e, em 1952, \u00abHist\u00f3rias de Amor\u00bb, influenciado pelo neorrealismo, mas j\u00e1 com marcas distintivas. O seu primeiro romance, \u00abO Anjo Ancorado\u00bb, surge em 1958, e, em 1960, o ensaio \u00abCartilha do Marialva\u00bb e a pe\u00e7a de teatro \u00abO Render dos Her\u00f3is\u00bb, encenada em 1965. Em 1963, surge \u00abO H\u00f3spede de Job\u00bb, iniciado em meados dos anos 50, que lhe valeu o Pr\u00e9mio Camilo Castelo Branco, da Sociedade Portuguesa de Escritores. \u00abO Delfim\u00bb, publicado em 1968, evidencia j\u00e1 uma clara descolagem do neorrealismo. Em 2002, Fernando Lopes adaptou-o ao cinema.<\/p>\n<p>Em 1969, quando lecionou Literatura Portuguesa e Brasileira no King\u2019s College de Londres, escreveu a s\u00e1tira pol\u00edtica \u00abDinossauro Excelent\u00edssimo\u00bb, sa\u00edda em 1972, com ilustra\u00e7\u00f5es de Jo\u00e3o Abel Manta. Nesse per\u00edodo, divulgou, em Fran\u00e7a, Inglaterra e Alemanha, \u00abT\u00e9cnica do Golpe de Censura\u00bb, den\u00fancia do regime em vigor no pa\u00eds, que s\u00f3 sairia em Portugal em 1977, em \u00abE agora, Jos\u00e9?\u00bb.<\/p>\n<p>O 25 de Abril afastou-o da fic\u00e7\u00e3o. Foi vereador da C\u00e2mara de Lisboa, foi diretor-adjunto do Di\u00e1rio de Lisboa e protagonizou o primeiro processo judicial de liberdade de imprensa.<\/p>\n<p>Em 1978, regressou ao King\u2019s College. Ultimou a pe\u00e7a \u00abCorpo-Delito na Sala de Espelhos\u00bb, encenada no ano seguinte, em Lisboa, pelo Teatro Aberto. Em 1979, publicou \u00abO Burro-em-P\u00e9\u00bb, contos ilustrados por J\u00falio Pomar. A \u00abBalada da Praia dos C\u00e3es\u00bb, de 1982, recebeu o primeiro Grande Pr\u00e9mio de Romance e Novela da Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Escritores. O filme hom\u00f3nimo, de Jos\u00e9 Fonseca e Costa, saiu em 1987. Em 1985, publicou o seu \u00faltimo romance, \u00abAlexandra Alpha\u00bb.<\/p>\n<p>Em 1988, voltou aos contos, em \u00abA Rep\u00fablica dos Corvos\u00bb. Passou por v\u00e1rios problemas de sa\u00fade e s\u00f3 voltou a publicar em 1997: \u00abDe Profundis, Valsa Lenta\u00bb, relato de um tempo sem mem\u00f3ria. Entre outros importantes pr\u00e9mios nacionais e internacionais, recebeu o Pr\u00e9mio Pessoa. Os seus \u00faltimos escritos foram \u00abLisboa &#8211; Livro de Bordo\u00bb e \u00abViagem \u00e0 Ilha de Satan\u00e1s\u00bb. Morreu a 26\/10\/1998, em Lisboa.<\/p>\n<p>Baseado no texto dispon\u00edvel em FNAC <em>online<\/em>: <a href=\"https:\/\/www.fnac.pt\/Jose-Cardoso-Pires\/ia116940\/biografia\">https:\/\/www.fnac.pt\/Jose-Cardoso-Pires\/ia116940\/biografia<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FEVEREIRO\/2023<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"AS COISAS DA ALMA\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/02\/as-coisas-da-alma-1.jpg\" alt=\"AS COISAS DA ALMA\" width=\"213\" height=\"351\" class=\"wp-image-16667 alignright\" \/><\/p>\n<p><strong>\u201c<em>As coisas da alma<\/em>\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o de Melo<\/strong><\/p>\n<p>C\u00edrculo de Leitores<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Sinopse e anota\u00e7\u00e3o biogr\u00e1fica:<\/u><\/strong><\/p>\n<p>&#8220;O livro \u00ab<strong><em>As coisas da alma<\/em><\/strong>\u00bb (\u2026) apresenta ao leitor um estilo po\u00e9tico e singular, e um imagin\u00e1rio repleto de personagens sens\u00edveis e violentamente humanas.<\/p>\n<p>Autor de refer\u00eancia deste g\u00e9nero liter\u00e1rio, os contos de Jo\u00e3o de Melo s\u00e3o invariavelmente poderosos retratos da condi\u00e7\u00e3o humana, repletos de sentimentos, desejos, imagina\u00e7\u00e3o e mist\u00e9rio.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre o escritor Jo\u00e3o de Melo:<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;<em>Poeta, ficcionista e investigador liter\u00e1rio, formado em Filologia Rom\u00e2nica pela Universidade de Lisboa, professor no ensino secund\u00e1rio. Colaborou em\u00a0A Mem\u00f3ria da \u00c1gua-Viva, Aresta, \u00c1frica, Col\u00f3quio\/Letras, V\u00e9rtice. Preparou uma\u00a0Antologia Panor\u00e2mica do Conto A\u00e7oriano, dos s\u00e9culos XIX e XX, em 1978, e uma antologia liter\u00e1ria da guerra colonial,\u00a0Os Anos da Guerra: 1961-1975\u00a0(<\/em><a href=\"https:\/\/www.infopedia.pt\/$lisboa?intlink=true\"><em>Lisboa<\/em><\/a><em>, 1988). No dom\u00ednio do ensaio, debru\u00e7ou-se sobre a produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria a\u00e7oriana contempor\u00e2nea, procurando as suas coordenadas de literatura insular. Refletindo em\u00a0A Mem\u00f3ria de Ver Matar e Morrer\u00a0e\u00a0Aut\u00f3psia de um Mar em Ru\u00ednas\u00a0a experi\u00eancia pessoal na guerra colonial, entre 1971 e 1974, a sua fic\u00e7\u00e3o remete para a reflex\u00e3o sobre a experi\u00eancia insular, no \u00e2mbito da reescrita de uma hist\u00f3ria genes\u00edaca e civilizacional universal para a qual concorrem v\u00e1rios registos de discurso. As diretivas liter\u00e1rias que ap\u00f5e a cada\u00a0volume\u00a0da cole\u00e7\u00e3o &#8220;O Ch\u00e3o da Palavra&#8221;, que dirigiu na editorial Veja, entre os anos 70 e 80 e que contribuiu para a divulga\u00e7\u00e3o de autores como Ant\u00f3nio Lobo Antunes ou Maria Ondina Braga, podem, at\u00e9 certo ponto, aplicar-se \u00e0s suas premissas como ficcionista: a\u00ed, depois de definir a palavra liter\u00e1ria como comunica\u00e7\u00e3o oposta ao &#8220;registo f\u00e1cil da vida&#8221; e assumindo no corpo do texto &#8220;a fisiologia das suas pr\u00f3prias refer\u00eancias&#8221;, aponta, como perspetivas fundamentais do texto liter\u00e1rio, &#8220;superar o adormecido mundo das trevas, encontrar caminho na liberta\u00e7\u00e3o do Homem atrav\u00e9s da cultura, subir a pulso a corda firme da produ\u00e7\u00e3o da ideia e da ideologia no progresso; contribuir para que o nosso Povo vire em cada p\u00e1gina a sua pr\u00f3pria p\u00e1gina de identifica\u00e7\u00e3o e de certeza; dignificar uma aposta, hoje t\u00e3o dispersa, no rumo certo da palavra e da vida. \/\/ No grande seio materno da L\u00edngua Portuguesa&#8221;.<\/em>&#8220;<\/p>\n<p><em>In: <\/em>Porto Editora \u2013\u00a0<em>Jo\u00e3o de Melo<\/em>\u00a0na Infop\u00e9dia . Porto: Porto Editora. Dispon\u00edvel <em>online <\/em>em\u00a0https:\/\/www.infopedia.pt\/$joao-de-melo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>JANEIRO\/2023<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/01\/o-homem-e-o-rio.jpg\" alt=\"O HOMEM E O RIO\" width=\"205\" height=\"326\" class=\"wp-image-16659 alignright\" \/>\u201c<em>O homem e o rio<\/em>\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>William Faulkner<\/strong><\/p>\n<p>Livros de Bolso Europa Am\u00e9rica<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Resumo biogr\u00e1fico e sinopse:<\/u><\/strong><\/p>\n<p>\u201cWilliam Faulkner nasceu em New Albany, Mississippi, em 1897, e passou grande parte da sua vida em Oxford, tamb\u00e9m Mississippi, onde morreu em 1962.<\/p>\n<p>Descendente duma velha fam\u00edlia do sul dos Estados Unidos, cresceu influenciado pelas recorda\u00e7\u00f5es da Guerra da Secess\u00e3o. Na primeira guerra mundial alistou-se como volunt\u00e1rio na Royal Air Force.<\/p>\n<p>Regressado ao seu pa\u00eds, teve diversas ocupa\u00e7\u00f5es: universit\u00e1rio, carpinteiro, pintor de paredes e carteiro. A Guerra da Secess\u00e3o foi mat\u00e9ria dos seus romances:\u00a0<em>Sartoris<\/em>\u00a0(1929),\u00a0<em>Absolom, Absolom!<\/em>\u00a0(1936) e\u00a0<em>The Unvanquished<\/em>\u00a0(1938), enquanto a Grande Guerra deu origem a\u00a0<em>Soldier&#8217;s Pay<\/em>\u00a0(1926) e\u00a0<em>Pylon<\/em>\u00a0(1935).<\/p>\n<p>\u00c9 um dos primeiros autores a criticarem Hollywood. Com uma grande capacidade de observa\u00e7\u00e3o, os seus livros t\u00eam sempre um conte\u00fado simb\u00f3lico, s\u00e3o rodeados por uma atmosfera carregada de pessimismo, amargura e trag\u00e9dia, a que n\u00e3o falta um clima \u00e9pico. N\u00e3o hesitando diante da descri\u00e7\u00e3o de nenhuma cena, Faulkner demonstrou uma tend\u00eancia marcada para o macabro e para o horr\u00edvel.<\/p>\n<p>Na sua obra, a fatalidade det\u00e9m um papel primordial.<\/p>\n<p>Em 1949, Faulkner recebeu o Pr\u00e9mio Nobel da Literatura.<\/p>\n<p>Evocando as circunst\u00e2ncias impressionantes da grande cheia do Mississippi, em 1927, Faulkner conta-nos em\u00a0<em>O Homem e o Rio<\/em>\u00a0uma par\u00e1bola que tem como tema central a miss\u00e3o confiada a um dos presos duma col\u00f3nia penal.<\/p>\n<p>Ao for\u00e7ado alto e esgrouviado cabe o salvamento de uma mulher isolada na plan\u00edcie pelas \u00e1guas\u2026\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>DEZEMBRO\/2022<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"O Homem Suspenso\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/12\/o-homem-suspenso.jpg\" alt=\"O Homem Suspenso\" width=\"204\" height=\"314\" class=\"wp-image-16652 alignright\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/12\/o-homem-suspenso.jpg 500w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/12\/o-homem-suspenso-332x512.jpg 332w\" sizes=\"auto, (max-width: 204px) 100vw, 204px\" \/><\/p>\n<p><strong>\u201c<em>O Homem Suspenso<\/em>\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o de Melo<\/strong><\/p>\n<p>Publica\u00e7\u00f5es Dom Quixote<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Sinopse<\/u><\/strong><\/p>\n<p>\u201cJo\u00e3o de Melo, natural dos A\u00e7ores e nascido em 1949, \u00e9 autor do muito premiado Gente Feliz com L\u00e1grimas. Em <strong>O Homem Suspenso <\/strong>apresenta uma apaixonante an\u00e1lise e reflex\u00e3o sobre a identidade portuguesa, construindo e desconstruindo os valores e h\u00e1bitos identit\u00e1rios portugueses, quer atrav\u00e9s da descri\u00e7\u00e3o dos longos passeios numa Lisboa que tem tanto de bela e imponente como de paradoxalmente anacr\u00f3nica, quer nas considera\u00e7\u00f5es ponderadas do seu narrador. <strong>O Homem Suspenso <\/strong>\u00e9 indiscutivelmente um romance essencial na carreira de Jo\u00e3o de Melo, e uma obra obrigat\u00f3ria em qualquer biblioteca.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>NOVEMBRO\/2022<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"BALADA DA PRAIA DOS C\u00c3ES\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/01\/balada-da-praia-dos-caes-2.jpg\" alt=\"BALADA DA PRAIA DOS C\u00c3ES\" width=\"187\" height=\"316\" class=\"wp-image-16657 alignright\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/01\/balada-da-praia-dos-caes-2.jpg 1400w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/01\/balada-da-praia-dos-caes-2-302x512.jpg 302w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/01\/balada-da-praia-dos-caes-2-768x1300.jpg 768w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/01\/balada-da-praia-dos-caes-2-605x1024.jpg 605w\" sizes=\"auto, (max-width: 187px) 100vw, 187px\" \/><\/p>\n<p><strong>\u201c<em>Balada da praia dos c\u00e3es<\/em>\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Cardoso Pires<\/strong><\/p>\n<p>Narrativa Actual<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Sinopse<\/u><\/strong><\/p>\n<p>\u201cO romance foi escrito no per\u00edodo p\u00f3s-revolu\u00e7\u00e3o de 25 de Abril de 1974. A a\u00e7\u00e3o situa-se no princ\u00edpio dos anos 60, e retrata alguns aspetos da sociedade portuguesa em plena \u00e9poca da ditadura salazarista. Relata a investiga\u00e7\u00e3o dum assass\u00ednio; e a hist\u00f3ria come\u00e7a com o relat\u00f3rio da descoberta de um cad\u00e1ver enterrado na Praia do Mastro em 3 de abril de 1960. Mais tarde, a pol\u00edcia descobre tratar-se do major Lu\u00eds Dantas Castro, um militar preso por tentativa de rebeli\u00e3o contra o regime vigente e que escapara da pris\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Outubro 2022<\/h2>\n<p><strong>\u201c<em>Os Maias<\/em>\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>E\u00e7a de Queir\u00f3s <\/strong><\/p>\n<p>Biblioteca Ulisseia de Autores Portugueses<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Sinopse<\/u><\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Casa Jo\u00e3o de Melo - Livro do M\u00eas\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/01\/os-maias.jpg\" alt=\"Casa Jo\u00e3o de Melo - Livro do M\u00eas\" width=\"194\" height=\"296\" class=\"wp-image-16658 alignright\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/01\/os-maias.jpg 1400w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/01\/os-maias-335x512.jpg 335w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/01\/os-maias-768x1173.jpg 768w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2023\/01\/os-maias-671x1024.jpg 671w\" sizes=\"auto, (max-width: 194px) 100vw, 194px\" \/><\/p>\n<p>\u201cO livro \u00ab<em>Os Maias<\/em>\u00bb encerra uma cr\u00f3nica de costumes, retratando, com rigor fotogr\u00e1fico e muito humor, a sociedade lisboeta da segunda metade do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p>Trata-se da obra-prima de E\u00e7a de Queir\u00f3s, publicada em 1888, e uma das mais importantes de toda a literatura portuguesa.<\/p>\n<p>Vale principalmente pela linguagem em que est\u00e1 escrita e pela fina ironia com que o autor define os caracteres e apresenta as situa\u00e7\u00f5es. \u00c9 um romance realista (e naturalista), onde n\u00e3o faltam o fatalismo, a an\u00e1lise social, as perip\u00e9cias e a cat\u00e1strofe pr\u00f3prios do enredo passional.<\/p>\n<p>A obra ocupa-se da hist\u00f3ria de uma fam\u00edlia (Maia) ao longo de tr\u00eas gera\u00e7\u00f5es, centrando-se depois<\/p>\n<p>na \u00faltima gera\u00e7\u00e3o e dando relevo aos amores incestuosos de Carlos da Maia e Maria Eduarda.<\/p>\n<p>Mas a hist\u00f3ria \u00e9 tamb\u00e9m um pretexto para o autor fazer uma cr\u00edtica \u00e0 situa\u00e7\u00e3o decadente do pa\u00eds (a n\u00edvel pol\u00edtico e cultural) e \u00e0 alta burguesia lisboeta oitocentista, por onde perpassa um humor (ora fino, ora sat\u00edrico) que configura a derrota e o desengano de todas as personagens.\u201d<\/p>\n<h2><\/h2>\n<h2>Setembro 2022<\/h2>\n<p><a data-postid=\"fsg_post_16568\" data-imgid=\"16639\" href=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/09\/livro_do_mes_set2022.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Capa - O Nome da Rosa\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/09\/livro_do_mes_set2022.jpeg\" alt=\"Capa - O Nome da Rosa\" width=\"200\" height=\"326\" class=\"_img_responsive_auto _self_right alignright wp-image-16639\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>\u201cO nome da rosa\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Umberto Eco<\/p>\n<p>Colec\u00e7\u00e3o Mil Folhas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">Sinopse<\/span><\/p>\n<p>\u201cUm estudioso descobre casualmente a tradu\u00e7\u00e3o francesa de um manuscrito do s\u00e9culo XIV: o autor \u00e9 um monge beneditino alem\u00e3o, Adso de Melk, que narra, j\u00e1 em idade avan\u00e7ada, uma perturbante aventura da sua adolesc\u00eancia, vivida ao lado de um franciscano ingl\u00eas, Guilherme de Baskerville.<\/p>\n<p>Estamos em 1327. Numa abadia beneditina re\u00fanem-se os te\u00f3logos de Jo\u00e3o XXII e os do Imperador. O objecto da discuss\u00e3o \u00e9 a prega\u00e7\u00e3o dos Franciscanos, que chamam a igreja \u00e0 pobreza evang\u00e9lica e, implicitamente, \u00e0 ren\u00fancia ao poder temporal.<\/p>\n<p>Guilherme de Baskerville, tendo chegado com Adso pouco antes das duas delega\u00e7\u00f5es, encontra-se subitamente envolvido numa verdadeira hist\u00f3ria policial. Um monge morreu misteriosamente, mas este \u00e9 apenas o primeiro dos sete cad\u00e1veres que ir\u00e3o transtornar a comunidade durante sete dias. Guilherme recebe o encargo de investigar esses prov\u00e1veis crimes. O encontro entre os te\u00f3logos fracassa, mas n\u00e3o a investiga\u00e7\u00e3o do nosso Sherlock Holmes da Idade M\u00e9dia, atento decifrador de sinais, que atrav\u00e9s de uma s\u00e9rie de descobertas extraordin\u00e1rias, conseguir\u00e1 no final encontrar o culpado nos labirintos da Biblioteca.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Agosto 2022<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Capa do livro\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/08\/capa-do-livro.jpg\" alt=\"Capa do livro\" width=\"206\" height=\"317\" class=\"wp-image-16634 alignright\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/08\/capa-do-livro.jpg 1111w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/08\/capa-do-livro-333x512.jpg 333w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/08\/capa-do-livro-768x1181.jpg 768w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/08\/capa-do-livro-666x1024.jpg 666w\" sizes=\"auto, (max-width: 206px) 100vw, 206px\" \/><\/p>\n<p><strong>\u201cCr\u00f3nica de uma morte anunciada\u201d <\/strong><\/p>\n<p>Gabriel Garcia Marquez<\/p>\n<p>Publica\u00e7\u00f5es Dom Quixote<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>Sinopse<\/u><\/p>\n<p>\u201cV\u00edtima da den\u00fancia falaciosa de uma mulher repudiada na noite de n\u00fapcias, o jovem Santiago Nasar foi condenado \u00e0 morte pelos irm\u00e3os da sua hipot\u00e9tica amante, como forma de vingar publicamente a sua honra ultrajada e sob o olhar c\u00famplice ou impotente da popula\u00e7\u00e3o expectante de uma aldeia colombiana: \u00e9 esta a hist\u00f3ria ver\u00eddica que serve de base a este romance, e que, logo nas suas primeiras linhas, \u00e9 enunciada.<\/p>\n<p>A capacidade de Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez em reconstruir um universo possu\u00eddo pela nostalgia, m\u00e1gica e encantat\u00f3ria da inf\u00e2ncia e a sua genial mestria em contar hist\u00f3rias fazem deste romance mais uma das obras-primas que consagraram definitivamente este autor.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u201cAcredita-se sempre que o melhor romance \u00e9 o \u00faltimo; mas eu acredito que este \u00e9 o melhor romance no sentido em que consegui fazer exatamente aquilo que queria.\u201d\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/p>\n<p>Gabriel Garcia Marquez (1981)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Julho 2022<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3rias de Anticiclone, de rum e outras coisas\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/07\/historias-de-anticiclone-de-rum-e-outras-coisas.jpg\" alt=\"Hist\u00f3rias de Anticiclone, de rum e outras coisas\" width=\"204\" height=\"279\" class=\"wp-image-16631 alignright\" \/><\/p>\n<p><strong>\u201cHist\u00f3rias de Anticiclone, de rum e outras coisas\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o Carlos Fraga<\/strong><\/p>\n<p>BLU Edi\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Sobre o autor<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Jo\u00e3o Carlos Fraga nasceu na cidade da Horta em 1946.<\/p>\n<p>Colaborador de v\u00e1rias publica\u00e7\u00f5es nacionais e estrangeiras, sobretudo n\u00e1uticas, \u00e9 autor de uma colet\u00e2nea sobre o Porto da Horte e do livro \u201cMarina da Horta\u201d.<\/p>\n<p>Em \u201cHist\u00f3rias de Anticiclone, de rum e outras coisas\u201d, o seu primeiro trabalho de fic\u00e7\u00e3o, conta-nos experi\u00eancias vividas no porto da sus cidade e noutras paragens para onde viajou.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Junho 2022<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"mar morto Jorge Amado\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/06\/mar-morto-_-jorge-amado.jpg\" alt=\"mar morto Jorge Amado\" width=\"204\" height=\"287\" class=\"wp-image-16626 alignright\" \/><\/p>\n<p><strong>\u201cMar Morto\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>Jorge Amado, 1936<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Sinopse <\/u><\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cA hist\u00f3ria de Guma e de L\u00edvia, \u00e9 um romance de grande for\u00e7a l\u00edrica, considerado um poema em prosa. Hist\u00f3ria da vida e do amor no mar, a obra recebeu tradu\u00e7\u00f5es em diversas l\u00ednguas, adapta\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica &#8211; com produ\u00e7\u00e3o italiana de Carlo Ponti &#8211; e foi transportado para o r\u00e1dio e hist\u00f3rias em quadrinhos. Mar Morto foi tamb\u00e9m tema para v\u00e1rias composi\u00e7\u00f5es musicais de Dorival Caymmi, entre as quais a can\u00e7\u00e3o \u00c9 Doce Morrer no Mar.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Publica\u00e7\u00f5es Europa-Am\u00e9rica<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00abMar Morto\u00bb\u00a0inspirou a telenovela\u00a0\u00abPorto dos Milagres\u00bb produzida pela TV Globo (2001).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><\/h2>\n<h2>Maio 2022<\/h2>\n<p><strong>&#8220;Apari\u00e7\u00e3o&#8221;\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"vergilio ferreira aparicao\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/05\/vergilio-ferreira_aparicao.jpg\" alt=\"vergilio ferreira aparicao\" width=\"181\" height=\"276\" class=\"wp-image-16621 alignright\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/05\/vergilio-ferreira_aparicao.jpg 487w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/05\/vergilio-ferreira_aparicao-337x512.jpg 337w\" sizes=\"auto, (max-width: 181px) 100vw, 181px\" \/><\/p>\n<p><strong>Verg\u00edlio Ferreira, 1959<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><u>Sinopse <\/u><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><em>&#8220;Publicado em 1959,\u00a0<strong>Apari\u00e7\u00e3o<\/strong>, de Verg\u00edlio Ferreira, \u00e9 uma das obras mais emblem\u00e1ticas do romance portugu\u00eas do s\u00e9culo XX &#8211; e um momento decisivo no percurso liter\u00e1rio e filos\u00f3fico do autor, personificado, de alguma maneira, pelo encontro entre Alberto e Cristina, dois personagens: \u00abo milagre de uma apari\u00e7\u00e3o\u00bb, \u00abs\u00fabita apari\u00e7\u00e3o, foste surpresa em tudo para todos\u00bb. Em\u00a0Apari\u00e7\u00e3o, o que est\u00e1 em jogo \u00e9 o destino e a insatisfa\u00e7\u00e3o diante do vis\u00edvel, ou seja, toda a nossa condi\u00e7\u00e3o humana. Um romance inesquec\u00edvel que atravessa o tempo e fixa as inquieta\u00e7\u00f5es que nunca cessam.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Bertrand Editorial<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Abril 2022<\/h2>\n<p><strong>\u201cCronicando&#8221;<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Cronicando Mia Couto\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/04\/cronicando_mia-couto.jpg\" alt=\"Cronicando Mia Couto\" width=\"382\" height=\"329\" class=\"_img_responsive_auto _self_right alignright wp-image-16613\" style=\"max-height: 400px;width: 190px\" \/><\/p>\n<p>Mia Couto, 2007<\/p>\n<p><strong><u>Sinopse <\/u><\/strong><\/p>\n<p><em>&#8220;Neste livro se re\u00fanem cr\u00f3nicas com que o escritor mo\u00e7ambicano Mia Couto colaborou com a imprensa de Mo\u00e7ambique durante os dois \u00faltimos anos da d\u00e9cada de 80. Este conjunto de textos mereceu o Pr\u00e9mio Anual de Jornalismo Areosa Pena, atribu\u00eddo pela Organiza\u00e7\u00e3o dos Jornalistas Mo\u00e7ambicanos em 1989.<\/em><\/p>\n<p><em>Mais do que cr\u00f3nicas estes textos s\u00e3o pequenos contos condensados de forma a se enquadrarem no espa\u00e7o dos jornais a que se destinavam. Aos textos inseridos nos jornais de Mo\u00e7ambique, o autor acrescentou outros in\u00e9ditos. Uns e outros est\u00e3o profundamente marcados pela arte de recriar a l\u00edngua portuguesa que caracteriza toda a escrita deste autor africano.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Editorial Caminho<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Mar\u00e7o 2022<\/h2>\n<p><strong>&#8220;O Plano Infinito&#8221;<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"o plano infinito isabel allende\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/03\/o-plano-infinito-isabel-allende.jpg\" alt=\"o plano infinito isabel allende\" width=\"186\" height=\"300\" class=\"_img_responsive_auto _self_right alignright wp-image-16608\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/03\/o-plano-infinito-isabel-allende.jpg 674w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/03\/o-plano-infinito-isabel-allende-317x512.jpg 317w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/03\/o-plano-infinito-isabel-allende-635x1024.jpg 635w\" sizes=\"auto, (max-width: 186px) 100vw, 186px\" \/><\/p>\n<p><strong>Isabel Allende<\/strong><\/p>\n<p><u>Sinopse <\/u><\/p>\n<p><em>&#8220;Explorando pela primeira vez uma realidade distante do mundo sul-americano que lhe \u00e9 t\u00e3o familiar, Isabel Allende conduz-nos at\u00e9 \u00e0 Calif\u00f3rnia da segunda metade do s\u00e9culo XX, seguindo os passos de duas fam\u00edlias: a do pregador Reeves que percorre o Oeste num velho cami\u00e3o, anunciando um Plano Infinito que justifica a exist\u00eancia humana; e a dos Morales, imigrantes mexicanos que vivem num bairro hisp\u00e2nico marcado pela viol\u00eancia.<\/em><\/p>\n<p><em>Gregory Reeves, a personagem central do livro, cresce \u00e0 sombra da pobreza e da neglig\u00eancia. Quando decide que o futuro s\u00f3 pode estar longe do bairro hisp\u00e2nico onde vive, e onde n\u00e3o passa de um gringo, parte em busca de algo melhor. O plano de que o seu pai tanto falava parece ser mais real do que Gregory gostaria de acreditar, e tudo acontece como se o destino estivesse tra\u00e7ado, sem que ele consiga evitar a sucess\u00e3o de m\u00e1s decis\u00f5es que afetam a sua vida.<\/em><\/p>\n<p><em>Depois de um casamento falhado, da guerra do Vietname, da dor de perder um amigo e ver morrer tanta gente, Gregory regressa ao seu passado, sem aprender nada com os erros cometidos. S\u00f3 mais tarde, quando \u00e9 obrigado a enfrentar a realidade, come\u00e7a a perceber que o seu destino depende apenas de si mesmo, e que o Plano Infinito pode afinal ainda estar em aberto.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Porto Editora<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Fevereiro 2022<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u201cO Meu Mundo N\u00e3o \u00e9 Deste Reino&#8221;<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"o meu mundo n\u00e3o \u00e9 deste reino\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/02\/o-meu-mundo-nao-e-deste-reino.jpg\" alt=\"o meu mundo n\u00e3o \u00e9 deste reino\" width=\"200\" height=\"300\" class=\"_img_responsive_auto _self_right alignright wp-image-16605\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/02\/o-meu-mundo-nao-e-deste-reino.jpg 500w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/02\/o-meu-mundo-nao-e-deste-reino-341x512.jpg 341w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/p>\n<p>Jo\u00e3o de Melo, 1983<\/p>\n<p><strong><u>Sinopse <\/u><\/strong><\/p>\n<p><em>&#8220;Esta narrativa de Jo\u00e3o de Melo \u00e9 uma cr\u00f3nica dos prod\u00edgios que fazem a hist\u00f3ria de uma comunidade rural perdida algures nos A\u00e7ores. Narrativa m\u00edtica, sem cronologia, que come\u00e7a in illo tempore (em portugu\u00eas arcaizante) e prossegue seguindo o fio das ocorr\u00eancias fant\u00e1sticas (a chuva dos noventa e nove dias, o dia em que os animais choraram, o dia em que se viu a outra face do sol, a morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o L\u00e1zaro) e das vidas de personagens excessivos e arquet\u00edpicos (um padre venal, um regedor herc\u00faleo e desp\u00f3tico, um curandeiro e um santo) que povoam um lugar perdido nas brumas do tempo, no outro lado da ilha, progressivamente devolvido \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o com o mundo.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;<em>Devemos a Jo\u00e3o de Melo um dos mais belos livros dos anos 80, O Meu Mundo N\u00e3o \u00e9 Deste Reino, onde se cruzam com uma desenvoltura e uma viol\u00eancia raras na fic\u00e7\u00e3o romanesca nossa contempor\u00e2nea, grandes e pequenos sentimentos, uma ordena\u00e7\u00e3o do mundo a partir de um imagin\u00e1rio ilh\u00e9u, amoroso, rom\u00e2ntico a religioso.<\/em>&#8220;<\/p>\n<p>Francisco Jos\u00e9 Viegas, <em>in<\/em>: Revista <em>Ler<\/em>, janeiro de 1989<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Janeiro 2022<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Poesia (1935 1940) Vitorino Nem\u00e9sio\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/01\/poesia-1935-1940-vitorino-nemesio.jpg\" alt=\"Poesia (1935 1940) Vitorino Nem\u00e9sio\" width=\"202\" height=\"300\" class=\"_img_responsive_auto _self_right alignright wp-image-16598\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/01\/poesia-1935-1940-vitorino-nemesio.jpg 806w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/01\/poesia-1935-1940-vitorino-nemesio-344x512.jpg 344w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/01\/poesia-1935-1940-vitorino-nemesio-768x1143.jpg 768w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/01\/poesia-1935-1940-vitorino-nemesio-688x1024.jpg 688w\" sizes=\"auto, (max-width: 202px) 100vw, 202px\" \/><\/p>\n<p><strong>&#8220;Poesia (1935-1940)&#8221; <\/strong>\u2013 Vitorino Nem\u00e9sio <strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Vitorino Nem\u00e9sio, nascido na ilha Terceira, \u00e9 um dos mais aclamados escritores a\u00e7orianos e uma refer\u00eancia not\u00e1vel na literatura nacional do s\u00e9culo XX. Foi escritor, poeta e professor. Em 1944 concluiu o c\u00e9lebre romance &#8220;<em>Mau Tempo no Canal<\/em>&#8220;, que chegou a ser comparado aos maiores romances portugueses. No campo da poesia, as viv\u00eancias insulares tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o esquecidas, num estilo independente muito pr\u00f3prio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>&#8220;Eu gostava de ter um alto destino de poeta,<br \/>\nDaqueles cuja tristeza agrava os adolescentes<br \/>\nE as raparigas que os leem quando eles j\u00e1 s\u00e3o t\u00e3o leves<br \/>\nque passam a tarde numa estrela,<br \/>\nA\u00a0for\u00e7a do calor na bica de uma fonte<br \/>\nE a noite no mar ou no risco dos pirilampos.&#8221;<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Comece o ano de 2022 a ler o livro &#8220;<strong><em>Poesia (1935-1940)<\/em><\/strong>&#8221; e deixe-se envolver pelo mundo fant\u00e1stico que Vitorino Nem\u00e9sio descreve.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Dezembro 2021\u00a0<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"o pequeno livro dos medos\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2022\/01\/o-pequeno-livro-dos-medos.jpg\" alt=\"o pequeno livro dos medos\" width=\"323\" height=\"305\" class=\"_img_responsive_auto _self_right alignright wp-image-16595\" \/><strong style=\"font-size: 1em\">&#8220;O Pequeno Livro dos Medos&#8221; <\/strong><span style=\"font-size: 1em\">\u2013 S\u00e9rgio Godinho, 2000 <\/span><strong style=\"font-size: 1em\">\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Sinopse<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;O que \u00e9 o Medo? Podemos encontrar a defini\u00e7\u00e3o num dicion\u00e1rio, mas ser\u00e1 que ela nos vai satisfazer realmente? \u00c9 ent\u00e3o que surgem, encadeados nesta narrativa, os diferentes medos atrav\u00e9s dos quais vamos percebendo o tal \u201c<em>sentimento desagrad\u00e1vel que excita em n\u00f3s aquilo que parece perigoso, amea\u00e7ador, sobrenatural<\/em>\u201d, e que pode ter a cara de um le\u00e3o, de uma cobra ou mesmo do desconhecido. No fim, percebemos que esse medo \u00e9 natural e todos o sentem, mas ele \u00e9 s\u00f3 um obst\u00e1culo que temos que ultrapassar para conhecer o que est\u00e1 para l\u00e1 dele\u2026&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Novembro de 2021<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2021\/11\/ensaio-sobre-a-cegueira_ok.png\" alt=\"Ensaio sobre a cegueira\" class=\"_img_responsive_auto _self_right  alignright wp-image-16589\" title=\"Ensaio sobre a cegueira\" width=\"286\" height=\"393\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2021\/11\/ensaio-sobre-a-cegueira_ok.png 700w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2021\/11\/ensaio-sobre-a-cegueira_ok-372x512.png 372w\" sizes=\"auto, (max-width: 286px) 100vw, 286px\" \/><\/p>\n<p>&#8220;<strong>Ensaio Sobre a Cegueira<\/strong>&#8221; \u2013 Jos\u00e9 Saramago, 1995<\/p>\n<p><strong>Sinopse<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Um homem fica cego, inexplicavelmente, quando se encontra no seu carro no meio do tr\u00e2nsito. A cegueira alastra como \u00abum rastilho de p\u00f3lvora\u00bb. Uma cegueira coletiva.<br \/>\nRomance contundente. Saramago a ver mais longe. Personagens sem nome. Um mundo com as contradi\u00e7\u00f5es da esp\u00e9cie humana. N\u00e3o se situa em nenhum tempo espec\u00edfico. \u00c9 um tempo que pode ser ontem, hoje ou amanh\u00e3. As ideias a virem ao de cima, sempre na escrita de Saramago. A alegoria. O poder da palavra a abrir os olhos, face ao risco de uma situa\u00e7\u00e3o terminal generalizada. A arte da escrita ao servi\u00e7o da preocupa\u00e7\u00e3o c\u00edvica.&#8221;<\/p>\n<p>Caligrafia da capa por Chico Buarque<\/p>\n<p class=\"separador_bloco\">\n<h2>Outubro 2021<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Livro do m\u00eas Out2021\" src=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2021\/10\/livro_do_mes_out2021_ok.jpg\" alt=\"Livro do m\u00eas Out2021\" class=\"_img_responsive_auto _self_right  alignright wp-image-16569\" width=\"300\" height=\"423\" srcset=\"https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2021\/10\/livro_do_mes_out2021_ok.jpg 716w, https:\/\/cmnordeste.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2021\/10\/livro_do_mes_out2021_ok-363x512.jpg 363w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>\u201c<strong>Livro de Vozes e Sombras<\/strong>\u201d \u2013 Jo\u00e3o de Melo \u2013 edi\u00e7\u00e3o de 2020 D. Quixote<\/p>\n<p><strong>Sinopse<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Cl\u00e1udia Louren\u00e7o, jornalista, \u00e9 enviada de Lisboa \u00e0 ilha de S\u00e3o Miguel ao servi\u00e7o do Quotidiano. Tem por miss\u00e3o entrevistar um conhecido ex-operacional da Frente de Liberta\u00e7\u00e3o dos A\u00e7ores e reaver a cr\u00f3nica do independentismo insular durante a Revolu\u00e7\u00e3o. Depara-se-lhe um homem-\u2011mist\u00e9rio, voz e sombra do jogador, das suas verdades que mentem, das suas mentiras que dizem a verdade.<\/p>\n<p>Ela, que pertence \u00e0 \u00abgera\u00e7\u00e3o seguinte\u00bb, n\u00e3o parece ter mem\u00f3ria hist\u00f3rica do pa\u00eds de ent\u00e3o: vive no de agora, e o passado \u00e9 um territ\u00f3rio long\u00ednquo, cuja narra\u00e7\u00e3o flui no interior de um imagin\u00e1rio algo obscuro. A hist\u00f3ria da FLA (e a da FLAMA, na Madeira) comporta em si o \u00abpa\u00eds de todos os regressos\u00bb: a Ditadura, o fim das guerras em \u00c1frica, a descoloniza\u00e7\u00e3o e o \u00abretorno\u00bb \u00e0 casa europeia pelos caminhos de volta, os mesmos que levaram as naus a perder-se nos mares da partida. O pa\u00eds que a si mesmo se descoloniza vibra na exalta\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria. E \u00e9 dos avan\u00e7os e recuos dessa Revolu\u00e7\u00e3o que nasce a tenta\u00e7\u00e3o separatista do arquip\u00e9lago.<\/p>\n<p>Na longa e secreta entrevista ao homem da FLA, a jornalista v\u00ea-se enredada numa hist\u00f3ria de logros pol\u00edticos, compadrios, interesses de propriedade, conluios estrangeiros e outros equ\u00edvocos do movimento separatista, onde n\u00e3o h\u00e1 lugar para as v\u00edtimas da FLA, nem para o desamparo dos \u00abregressantes\u00bb de \u00c1frica. Mas Cl\u00e1udia Louren\u00e7o encontrar\u00e1 maneira de lhes dar voz.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"separador_bloco\">\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Abril\/2026 \u00abA\u00e7ores no Mundo\u00bb Jos\u00e9 Andrade Letras Lavadas A presente obra apresenta tr\u00eas m\u00e9ritos inquestion\u00e1veis. O primeiro \u00e9 ajudar a conhecer melhor a projec\u00e7\u00e3o no mundo desse verdadeiro para\u00edso terreno que s\u00e3o os A\u00e7ores. 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